Luis Felipe Miguel: o avanço da violência da direita é assustador

O cientista político Luis Felipe Miguel repercutiu os tiros contra o acampamento em favor do ex-presidente Lula, que aconteceu por volta das 4h deste sábado (28), em Curitiba (PR); "O avanço da violência política da direita é assustador. O desinteresse das forças do Estado em prevenir, coibir e punir esta violência é ainda mais grave. A investida contra nossos direitos inclui o mais básico deles: à vida. O que vamos fazer?", questionou o analista em sua conta no Facebook

O cientista político Luis Felipe Miguel repercutiu os tiros contra o acampamento em favor do ex-presidente Lula, que aconteceu por volta das 4h deste sábado (28), em Curitiba (PR); "O avanço da violência política da direita é assustador. O desinteresse das forças do Estado em prevenir, coibir e punir esta violência é ainda mais grave. A investida contra nossos direitos inclui o mais básico deles: à vida. O que vamos fazer?", questionou o analista em sua conta no Facebook
O cientista político Luis Felipe Miguel repercutiu os tiros contra o acampamento em favor do ex-presidente Lula, que aconteceu por volta das 4h deste sábado (28), em Curitiba (PR); "O avanço da violência política da direita é assustador. O desinteresse das forças do Estado em prevenir, coibir e punir esta violência é ainda mais grave. A investida contra nossos direitos inclui o mais básico deles: à vida. O que vamos fazer?", questionou o analista em sua conta no Facebook (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O cientista político Luis Felipe Miguel repercutiu os tiros contra o acampamento em favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que aconteceu por volta das 4h deste sábado (28), em Curitiba (PR).

"O avanço da violência política da direita é assustador. O desinteresse das forças do Estado em prevenir, coibir e punir esta violência é ainda mais grave. A investida contra nossos direitos inclui o mais básico deles: à vida. O que vamos fazer?", questionou o analista em sua conta no Facebook.

Duas pessoas ficaram feridas no atentado. Um rapaz foi atingido no pescoço, mas a bala pegou de raspão, de acordo com a Secretaria de Saúde do Paraná. Não foi necessária intervenção cirúrgica. A outra pessoa, a advogada Marcia Koakoski da Silveira, foi atingida por estilhaços quando estava dentro de um banheiro químico, mas nada grave. 

É a segunda vez que apoiadores do ex-presidente Lula são alvos de tiros. Em março, durante uma caravana, também no Paraná, dois ônibus foram atingidos por tiros.

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