Magno Malta fez falsa acusação de pedofilia e provocou tragédia

O senador Magno Malta (PR), apoiador de Jair Bolsonaro, teve desmascarada uma acusação de pedofilia que ele fez em 2010, quando presidia a CPI da Pedofilia no Congresso Nacional; o jornal Século Diário, do Espírito Santo, produziu uma reportagem estarrecedora e bem fundamentada sobre um pai acusado por Malta de ter estuprado a própria filha de dois anos de idade; o cobrador de ônibus Luiz Alves de Lima passou nove meses preso e agora foi inocentado; perdeu um olho, foi torturado pela polícia e está desempregado; a perícia concluiu que sua filha é virgem

Magno Malta fez falsa acusação de pedofilia e provocou tragédia
Magno Malta fez falsa acusação de pedofilia e provocou tragédia (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

247 - O senador Magno Malta (PR), apoiador de Jair Bolsonaro, teve desmascarada uma acusação de pedofilia que ele fez em 2010, quando presidia a CPI da Pedofilia no Congresso Nacional. O jornal Século Diário, do Espírito Santo, produziu uma reportagem estarrecedora e bem fundamentada sobre um pai acusado por Malta de ter estuprado a própria filha de dois anos de idade. O cobrador de ônibus Luiz Alves de Lima passou nove meses preso e agora foi inocentado. Perdeu um olho, foi torturado pela polícia e está desempregado. A perícia concluiu que sua filha é virgem.

A reportagem do jornal Século Diário destaca: "com o objetivo de ganhar os holofotes da mídia na véspera de disputar a reeleição para o Senado, em 2010, o senador Magno Malta (PR) é acusado de usar uma menina de dois anos e seus pais. O pai respondeu por estupro à criança e a mãe por ter sido conivente com o fato".

Segundo a matéria "o senador colocou o caso na mídia do Estado e do país na época, ganhando espaço até na imprensa internacional, legitimando a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, rebatizada de CPI dos Maus-Tratos, da qual ainda é presidente".

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