Manifestações contra Temer ocorrem em 19 estados e no DF

Pelo menos 19 estados e o Distrito Federal registraram protestos contra Michel Teme, após a gravação ser gravado pelo dono da JBS, Joesley Batista, dando aval para a compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ser apontado como beneficiários de propinas milionárias; em alguns estados, como São Paulo e Minas, os protestos chegaram ao interior; permanência de Temer é cada vez mais insustentável

Pelo menos 19 estados e o Distrito Federal registraram protestos contra Michel Teme, após a gravação ser gravado pelo dono da JBS, Joesley Batista, dando aval para a compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ser apontado como beneficiários de propinas milionárias; em alguns estados, como São Paulo e Minas, os protestos chegaram ao interior; permanência de Temer é cada vez mais insustentável
Pelo menos 19 estados e o Distrito Federal registraram protestos contra Michel Teme, após a gravação ser gravado pelo dono da JBS, Joesley Batista, dando aval para a compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ser apontado como beneficiários de propinas milionárias; em alguns estados, como São Paulo e Minas, os protestos chegaram ao interior; permanência de Temer é cada vez mais insustentável (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Pelo menos 19 estados e o Distrito Federal registraram protestos contra Michel Temer - São Paulo, Rio, Minas, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia, Pernambuco, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Piauí, Paraíba, Pará, Amazonas, Acre, Amazonas, Sergipe e Tocantins.

Mobilizações vieram com força após a gravação ser gravado pelo dono da JBS, Joesley Batista, dando aval para a compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ser apontado como beneficiário de propinas milionárias. Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, já afirmou que Temer cometeu crimes de corrupção passiva, organização criminosa e tentativa de obstrução à Justiça.

Ao menos 16 capitais tiveram mobilizações contra Michel Temer, dentre elas Belém, Belo Horizonte, Campo Grande, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís e São Paulo.

No Rio, manifestantes foram à casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), investigado por corrupção. Participantes do protesto também pediram a saída do governador Luiz Fernando Pezão. 

Em São Paulo, o protesto organizado por movimentos sociais e centrais sindicais acontece a Avenida Paulista, no Centro de São Paulo. Os protestam também se arrastaram pelo interior do estado. Em Piracicaba, um grupo de aproximadamente 70 pessoas, que caminharam até a Rua do Porto, região turística da cidade

Em Minas Gerais, a Praça da Liberdade foi o ponto de encontro da Frente Brasil Popular e da CUT, entre outros movimentos sociais que também gritaram palavras de "Fora Temer".

O estado também teve protestos fora da capital. Em Juiz de Fora, movimentos estudantis e sindicatos fizeram um protestos pela manhã, com um público estimado em mil pessoas, segundo a organização do evento. Em Uberlândia, houve manifestação no centro do município, com 120 pessoas, conforme estimativa da PM-MG, e 400, de acordo com a organização do evento.

Em Recife, o protesto acontece no Marco Zero, com 5 mil pessoas, de acordo com as estimativas dos realizadores. Em Fortaleza, ta manifestação é realizada pelos movimentos Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular Ceará, e também conta com a participação de ONGs e centrais sindicais. Estimativas dos organizadores dão conta de que o ato reuniu cerca de 15 mil pessoas. A PM do Ceará não fez uma contagem do público presente.

Em Salvador, entidades como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB-BA) e movimentos populares fizeram uma concentração concentraram no Largo do Campo Grande e seguem para o Farol da Barra. Cerca de 10 mil foram às ruas, segundo os organizadores.

Manaus contou com 300 pessoas, segundo a Polícia Militar, na Praça do Congresso, no Centro da cidade, contra a permanência de Temer, contra as reformas trabalhista e da previdência. Os organizadores estimam que 2 mil compareceram à atividade. 

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