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Manuela dá recado a Bolsonaro: Brasil não precisa de ódio e violência

"Porque ter filha mulher não é dar uma fraquejada, porque mulher nenhuma merece ser estuprada, porque as mulheres não devem ganhar um salário menor, porque o Brasil não precisa de preconceito, homofobia, ódio e violência", afirmou a vice na chapa presidencial do PT, Manuela D'Ávila (PCdoB)

Manuela dá recado a Bolsonaro: Brasil não precisa de ódio e violência (Foto: Esq.: Stuckert / Dir.: Valter Campanato - ABR)

247 - A vice do presidenciável Fernando Haddad (PT), Manuela D'Ávila (PCdoB) criticou as posições polêmicas sobre as mulheres por parte do candidato ao Planalto Jair Bolsonaro (PSL)

"Porque ter filha mulher não é dar uma fraquejada, porque mulher nenhuma merece ser estuprada, porque as mulheres não devem ganhar um salário menor, porque o Brasil não precisa de preconceito, homofobia, ódio e violência", disse ela no Twitter.

Em abril do ano passado, Bolsonaro também havia dito: "Eu tenho 5 filhos. Foram 4 homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher". A declaração foi concedida em palestra na Hebraica, no Rio de Janeiro.

Em 2014, o deputado federal disse que não estupraria a colega Maria do Rosário (PT-RS) porque ela não merecia. "Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar, porque não merece", afirmou o congressista, após ela defender vítimas da Ditadura Militar (1964-1985).

Dois anos depois, durante votação do impeachment de Dilma Rousseff, Bolsonaro exaltou o coronel Carlos Brilhante Ustra, ex-chefe do Doi-Codi de São Paulo e torturador na ditadura. Ao proferir seu voto, ele disse que o coronel é o "pavor de Dilma Rousseff" (veja aqui).

Ustra é apontado como responsável por ao menos 60 mortes e desaparecimentos em São Paulo durante a ditadura e foi denunciado por mais de 500 casos de tortura cometidos nas dependências do Doi-Codi entre 1970 e 1974.