Marco Aurélio: decisão de Fachin que anula condenações de Lula é "bomba atômica"

Ministro Marco Aurélio Mello, do STF, disse que se o caso for levado a plenário do STF, a decisão de Edson Fachin deve ser derrubada por 6 votos a 5 e com isso Lula perderia os direitos políticos

www.brasil247.com -
(Foto: Agência Brasil)


247 - O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF) classificou como "bomba atômica" a decisão do colega Edson Fachin que anulou condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), restituindo-lhe os direitos políticos. 

"Nesta semana em primeiro lugar, tivemos uma verdadeira bomba atômica com a decisão do ministro Fachin anulando quatro processos-crime alusivos ao ex-presidente Lula. Se houver agravo [recurso] e ele levar à Turma, acredito em um score [pontuação] confirmando a decisão dele em 4 a 1", disse Marco Aurélio em declaração ao UOL.

Já se o caso for levado a plenário, porém, o ministro prevê que a decisão de Fachin deva ser derrubada por 6 votos a 5 e com isso Lula perderia os direitos políticos.

Apesar de todas as provas da parcialidade do ex-juiz Sérgio Moro, o ministro Marco Aurélio criticou o julgamento de sua suspeição contra Lula pela Segunda Turma do STF.

"Tivemos o início do julgamento na Turma sobre a suspeição do juiz Sergio Moro. Não cabe desqualificar aquele que foi tido como herói nacional. Aquele que inaugurou a responsabilidade de poderosos no campo penal e que prestou um grande serviço à pátria", disse o ministro do STF.

 Inscreva-se na TV 247, seja membro, e compartilhe:

O conhecimento liberta. Quero ser membro. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Apoie o 247

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

Cortes 247