Marco civil da internet sai da pauta da Câmara

Segundo o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, apelo foi feito pelos ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e Casa Civil, Aloizio Mercadante; Alves disse que os ministros "pediram mais uma semana para se chegar a um acordo para que o texto aprovado seja acordado por toda a Câmara dos Deputados"

Segundo o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, apelo foi feito pelos ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e Casa Civil, Aloizio Mercadante; Alves disse que os ministros "pediram mais uma semana para se chegar a um acordo para que o texto aprovado seja acordado por toda a Câmara dos Deputados"
Segundo o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, apelo foi feito pelos ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e Casa Civil, Aloizio Mercadante; Alves disse que os ministros "pediram mais uma semana para se chegar a um acordo para que o texto aprovado seja acordado por toda a Câmara dos Deputados" (Foto: Gisele Federicce)
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Vania Alves e Carol Siqueira, Agência Câmara - O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, anunciou que, a pedido dos ministros da Justiça, José Eduardo Cardoso e Casa Civil, Aloísio Mercadante, retirou o Marco Civil da Internet da pauta desta semana.

O presidente informou que os ministros explicaram que querem algum tempo para poder construir um acordo que permita a aprovação da proposta. "Eu ouvi o apelo do ministro Aloizio Mercadante [da Casa Civil] e do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que pediram mais uma semana para se chegar a um acordo para que o texto aprovado seja acordado por toda a Câmara dos Deputados", disse Alves.

O líder do PMDB, deputado Eduardo Cunha (RJ), já disse várias vezes que a orientação da bancada é votar contra o marco civil da internet. Cunha também apresentou um texto alternativo para a proposta.

Henrique Eduardo Alves afirmou que nesta quarta-feira será concluída a votação do Código de Processo Civil. Ele considerou essa a proposta mais importante dessa legislatura. Em seguida, o Plenário deve começar a discussão da PEC da Defensoria Pública e propostas relativas ao Superior Tribunal de Justiça.

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