Marun acusa Barroso de estar 'contaminado" por opções políticas

Ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, acusou o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), de tomar decisões judiciais "contaminado" por suas opções políticas; ele votou a dizer que se licenciará do ministério para entrar com um pedido de impeachment contra Barroso por conta da decisão do magistrado de autorizar a quebra de sigilo bancário do presidente Michel Temer; segundo Marun, a Câmara já deveria ter tomado medidas mais duras contra Barroso pelo que chamou de "aviltamento de suas prerrogativas"

Ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, acusou o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), de tomar decisões judiciais "contaminado" por suas opções políticas; ele votou a dizer que se licenciará do ministério para entrar com um pedido de impeachment contra Barroso por conta da decisão do magistrado de autorizar a quebra de sigilo bancário do presidente Michel Temer; segundo Marun, a Câmara já deveria ter tomado medidas mais duras contra Barroso pelo que chamou de "aviltamento de suas prerrogativas"
Ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, acusou o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), de tomar decisões judiciais "contaminado" por suas opções políticas; ele votou a dizer que se licenciará do ministério para entrar com um pedido de impeachment contra Barroso por conta da decisão do magistrado de autorizar a quebra de sigilo bancário do presidente Michel Temer; segundo Marun, a Câmara já deveria ter tomado medidas mais duras contra Barroso pelo que chamou de "aviltamento de suas prerrogativas" (Foto: Paulo Emílio)

Reuters - O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, acusou em entrevista à rádio CBN nesta terça-feira o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), de tomar decisões judiciais "contaminado" por suas opções políticas.

Marun voltou a dizer que se licenciará do ministério para entrar com um pedido de impeachment contra Barroso por conta da decisão do magistrado de autorizar a quebra de sigilo bancário do presidente Michel Temer.

Indagado sobre críticas que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), teria feito à reação do Palácio do Planalto contra a decisão de Barroso de determinar a prisão de pessoas próximas a Temer na semana passada, Marun disse entender que a Câmara já deveria ter tomado medidas mais duras contra o que chamou de "aviltamento de suas prerrogativas".

Por Eduardo Simões

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