Massacre abriu crise entre governo do Amazonas e Prefeitura de Manaus
O assassinato em massa de detentos no presídio Anísio Jobim (AM) abriu também uma crise entre o governo estadual e a Prefeitura de Manaus, liderados por rivais políticos locais; a cúpula da administração municipal, do prefeito Arthur Virgílio (PSDB), queixa-se de receber informações desencontradas do Estado e afirma que a estrutura colocada à disposição para conter a crise foi recusada pelo governador José Melo (Pros) — que já havia dispensado a Força Nacional oferecida pelo Ministério da Justiça
247 - O assassinato em massa de detentos no presídio Anísio Jobim (AM) abriu também uma crise entre o governo estadual e a Prefeitura de Manaus, liderados por rivais políticos locais. A cúpula da administração municipal, do prefeito Arthur Virgílio (PSDB), queixa-se de receber informações desencontradas do Estado e afirma que a estrutura colocada à disposição para conter a crise foi recusada pelo governador José Melo (Pros) — que já havia dispensado a Força Nacional oferecida pelo Ministério da Justiça.
As informações são da coluna Painel da Folha de S.Paulo.
