MBL diz que não vai protestar contra políticos da lista de Fachin

Movimento Brasil Livre (MBL), que apoiou e organizou manifestações que se diziam contra a corrupção e o governo da presidente deposta Dilma Rousseff, não irá organizar protestos contra os políticos que estão na lista do ministro Edson Fachin, do STF; "Vamos esperar o resultado das investigações", disse o líder do MBL, Kim Kataguiri; MBL é ligado ao DEM, que teve oito políticos incluídos na lista de inquéritos abertos

Kim Kataguiri, do MBL (Movimento Brasil Livre)
Kim Kataguiri, do MBL (Movimento Brasil Livre) (Foto: Paulo Emílio)

247 - O Movimento Brasil Livre (MBL), que apoiou e organizou manifestações que se diziam contra a corrupção e o governo da presidente deposta Dilma Rousseff em 2015 e 2016, não irá organizar protestos contra os políticos que estão na lista do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal.

"Vamos esperar o resultado das investigações", disse o líder do MBL, Kim Kataguiri, ao Broadcast, serviço do jornal O Estado de São Paulo. O MBL é ligado ao DEM, que teve oito políticos incluídos na lista de inquéritos abertos por Fachin. A lista foi enviada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a Fachin, que autorizou a abertura de inquérito contra 108 nomes.

Dentre os investigados estão caciques políticos como senador e presidente do DEM, Agripino Maia (RN); o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); o pai dele, o vereador do Rio de Janeiro César Maia; além da senadora Maria do Carmo (SE); e os deputados Felipe Maia (RN), José Carlos Aleluia (BA) e Onyx Lorenzoni (RS), que foi relator do projeto anticorrupção na Câmara.

Há na lista nove ministros do governo Michel Temer, 24 senadores e 39 deputados federais.

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