MBL sai em defesa de Flávio Rocha, dono da Riachuelo, e autointitulado vice de Doria

Apoiador da pré-candidatura presidencial do prefeito de São Paulo, João Doria J(PSDB), o Movimento Brasil Livre (MBL) saiu em defesa do empresário e dono da cadeia de lojas Riachuelo, Flávio Rocha, envolvido em uma pendenga judicial com o Ministério Público do Trabalho (MPT); Rocha tem se colocado como candidato para compor a chapa presidencial com Doria, como sendo seu vice; "O Brasil precisa de emprego e não de mais burocracia levada em frente por uma casta privilegiada de promotores", afirma o líder do MBL, Kim Kataguiri, no vídeo postado em defesa do empresário

flavio rocha
flavio rocha (Foto: Paulo Emílio)

247 - Apoiador da pré-candidatura presidencial do prefeito de São Paulo, João Doria J(PSDB), O movimento Brasil Livre (MBL) saiu em defesa do empresário e dono da cadeia de lojas Riachuelo, Flávio Rocha, que está envolvido em uma pendenga judicial com o Ministério Público do Trabalho (MPT) no Rio Grande do Norte. Rocha colocou-se como candidato para compor a chapa presidencial com Doria, como sendo seu vice. .

"A indústria têxtil do Rio Grande do Norte está sob ataque do Ministério Público do Trabalho simplesmente porque decidiu decentralizar sua produção, pulverizar, em diversas fábricas no interior do Estado", diz o líder do MBL, Kim Kataguiri, em um vídeo postado no Facebook.
Segundo ele, a pendenga judicial deverá resultar em um aumento do desemprego. "O Brasil precisa de emprego e não de mais burocracia levada em frente por uma casta privilegiada de promotores", afirma Kataguiri no vídeo.

O protesto contra a ação do MPT foi convocado pelo próprio Flávio Rocha, por meio do Instagram. "A nossa turma está animada. Todos se preparando para a grande manifestação de quinta-feira em frente à suntuosa sede do Ministério Público do Trabalho", postou. Segundo a Carta Capital, a "turma" seriam os funcionários da companhia, chamados de "missionários da democratização da moda"".

"A aproximação entre dois aliados de Doria, o MBL e Rocha, ocorre em momento no qual o prefeito de São Paulo tenta viabilizar seu nome ao Planalto e o Brasil Livre tenta diversificar sua pauta para além do antipetismo", ressalta o texto.

Na ação específica contra a Riachuelo, o MPT pede a responsabilização da companhia quanto aos direitos trabalhistas dos funcionários das chamadas "facções", como são conhecidas as pequenas confecções terceirizadas, na região do Seridó, além de uma indenização por danos morais coletivos avaliada em R$ 37,7 milhões.

 

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