Mello condena J. Paulo por corrupção e peculato

O ministro Marco Aurélio Mello tornou-se o sétimo juiz do STF a condenar por corrupção passiva, e também por peculato, o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha; candidato a prefeito de Osasco, ele prometeu renunciar à candidatura; voto anterior, de Gilmar Mendes, foi decisivo para formação de maioria; Cezar Peluso pediu seis anos de prisão; assista ao vivo

Mello condena J. Paulo por corrupção e peculato
Mello condena J. Paulo por corrupção e peculato (Foto: Edição/247)

247 - A votação da Ação Penal 470, no Supremo Tribunal Federal, em Brasília, fez na tarde desta quarta-feira 29 mais um condenado por corrupção passiva, o ex-presidente da Câmara Federal e atual candidato a prefeito de Osasco João Paulo Cunha. Hoje, os ministros Cezar Peluso, que, inclusive, determinou pena de prisão de seis anos para o réu, e Gilmar Mendes formaram, com seus votos, a maioria condenatória sobre João Paulo. Em seguida, o ministro Marco Aurélio Mello também condenou o réu por corrupção passiva e peculato. Ele também condenou o publicitário Marcos Valério por corrupção ativa e peculato. O ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizolatto, também foi julgado culpado pelo crime de corrupção passiva.

Abaixo, notíicia anterior sobre o julgamento:

247 - O voto do ministro Gilmar Mendes pela condenação do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) por corrupção passiva garantiu a maioria de seis votos necessária para condenar o até esta quarta-feira candidato a prefeito de Osasco (SP). No momento, vota o ministro Marco Aurélio Mello. 

Assista ao julgamento ao vivo pela TV Justiça

Das quatro acusações formuladas pela Procuradoria-Geral da República contra João Paulo Cunha, Gilmar Mendes condenou-o em três: corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato, e inocentou-o numa segunda acusação de peculato.

Gilmar também votou pela condenação do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato (corrupção passiva e peculato), do empresário Marcos Valério e de seus ex-sócios Cristiano Paz e Ramon Hollerbach (corrupção ativa e peculato).

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