Milton Pascowitch é o mais novo delator da Lava Jato

O lobista Milton Pascowitch é o mais novo delator da Operação Lava Jato; acordo foi homologado nesta segunda (29) e, como parte do acerto para a colaboração com a Justiça, o juiz Sergio Moro autorizou a transferência de Pascowitch da carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, para a prisão domiciliar, em São Paulo; ele vai usar uma tornozeleira eletrônica; conteúdo das revelações prometidas por Pascowitch, que foi preso em maio, ainda não é conhecido

O lobista Milton Pascowitch é o mais novo delator da Operação Lava Jato; acordo foi homologado nesta segunda (29) e, como parte do acerto para a colaboração com a Justiça, o juiz Sergio Moro autorizou a transferência de Pascowitch da carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, para a prisão domiciliar, em São Paulo; ele vai usar uma tornozeleira eletrônica; conteúdo das revelações prometidas por Pascowitch, que foi preso em maio, ainda não é conhecido
O lobista Milton Pascowitch é o mais novo delator da Operação Lava Jato; acordo foi homologado nesta segunda (29) e, como parte do acerto para a colaboração com a Justiça, o juiz Sergio Moro autorizou a transferência de Pascowitch da carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, para a prisão domiciliar, em São Paulo; ele vai usar uma tornozeleira eletrônica; conteúdo das revelações prometidas por Pascowitch, que foi preso em maio, ainda não é conhecido (Foto: Valter Lima)

247 - O lobista Milton Pascowitch é o mais novo delator da Operação Lava Jato. O acordo foi homologado nesta segunda-feira (29) e, como parte do acerto para a colaboração com a Justiça, o juiz Sergio Moro autorizou a transferência de Pascowitch da carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, para a prisão domiciliar, em São Paulo. Ele vai usar uma tornozeleira eletrônica. O conteúdo das revelações prometidas por Pascowitch, que foi preso em maio, ainda não é conhecido.

A Jamp, empresa de consultoria de Pascowitch, recebeu R$ 104 milhões entre 2004 e 2013 -dos quais R$ 83 milhões vieram de empreiteiras envolvidas no escândalo do petrolão. Apesar dos valores elevados, a Jamp não tinha funcionários, o que reforçou as suspeitas da Procuradoria de que se tratava apenas de uma empresa de fachada para escoar propina para o ex-diretor da Petrobras, Renato Duque e para o caixa do PT.

A investigação já tinha mostrado que a Jamp pagou R$ 1,4 milhão para a JD Consultoria, firma aberta por José Dirceu. Os pagamentos ocorreram entre 2011 e 2012.

O ex-vice-presidente da Engevix, Gerson Almada, admitiu que os pagamentos a Pascowitch serviram para se aproximar da Petrobras. Essa aproximação, pelo relato de Almada, incluiu uma reunião entre o empreiteiro, Pascowitch e o tesoureiro do PT João Vaccari Neto na qual não foi pedida propina. Meses mais tarde, conforme os autos da investigação, Pascowitch passou a procurar Almada para negociar doações oficiais ao Partido dos Trabalhadores. 

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