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Brasil

Ministro critica Telefônica, Anatel exige explicações

Paulo Bernardo classifica como "lamentvel" a situao do Speedy e diz que a empresaprecisaressarcir clientes

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Rodolfo Borges_247, de Brasília – O Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, classificou como lamentável a queda da rede do Speedy registrada por usuários no fim da tarde desta segunda-feira. Questionado sobre o assunto, Paulo Bernardo lembrou que a empresa teve “problemas graves no ano passado” e que, nesses casos, a Telefônica precisa “criar rotas alternativas, criar formas de ter imediato ressarcimento”. O ministro destacou que 30 minutos de queda de rede são “uma eternidade” na internet. Na verdade, foram 45 minutos, das 17h45 às 18h30, segundo análise da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

De acordo com a Anatel, todo o estado de São Paulo foi afetado e a agência ainda apura o universo de usuários atingidos – a Anatel conta um total de 2 milhões de clientes da Telefônica no estado. Ainda segundo a agência reguladora, o problema foi fruto da instabilidade de dois equipamentos responsáveis pela "saída internacional" da Telesp, o que prejudicou o acesso a sites de fora do Brasil. A Anatel já contatou a prestadora, solicitando explicações, e destacou uma equipe para acompanhar o caso, informou a agência ao Brasil 247.

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A Telefônica chegou a ser proibida pela Anatel de vender o Speedy em 2009, depois de um ano de falhas sequenciais. A suspensão durou pouco mais de um mês, até que a prestadora tomasse as medidas necessárias para melhorar a qualidade do serviço. Os problemas começaram em julho de 2008, quando os usuários, entre eles o governo do estado, começaram a sentir dificuldades de acesso, e desembocaram numa pane ao final daquele mês.

Em fevereiro de 2009, o data center da empresa foi atingido por um princípio de incêndio, o que deixou sites de empresas fora do ar. Durante esse período, a empresa acumulou diversas ações na Justiça e ofereceu aos seus clientes abatimentos e descontos nas contas, para compensar os prejuízos. Os problema mantêm a Telefônica no topo da lista de reclamação de consumidores ao Procon-SP há quatro anos.

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