Ministro diz que “espetacularização” de denúncia prejudicou aprovação de reforma

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, disse que se não fosse a "espetacularização" criada em torno da delação da JBS e a crise política decorrente do caso, a reforma da Previdência já teria sido votada pelo Congresso Nacional e os ganhos econômicos para o país teriam sido imensos; "A reforma da Previdência, se não tivesse havido toda essa espetacularização, já poderia ter sido votada. Estaria tudo muito bem", afirmou.

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, disse que se não fosse a "espetacularização" criada em torno da delação da JBS e a crise política decorrente do caso, a reforma da Previdência já teria sido votada pelo Congresso Nacional e os ganhos econômicos para o país teriam sido imensos; "A reforma da Previdência, se não tivesse havido toda essa espetacularização, já poderia ter sido votada. Estaria tudo muito bem", afirmou.
Ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, disse que se não fosse a "espetacularização" criada em torno da delação da JBS e a crise política decorrente do caso, a reforma da Previdência já teria sido votada pelo Congresso Nacional e os ganhos econômicos para o país teriam sido imensos; "A reforma da Previdência, se não tivesse havido toda essa espetacularização, já poderia ter sido votada. Estaria tudo muito bem", afirmou. (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, disse que se não fosse a "espetacularização" criada em torno da delação da JBS e a crise política decorrente do caso, a reforma da Previdência já teria sido votada pelo Congresso Nacional e os ganhos econômicos para o país teriam sido imensos. "A reforma da Previdência, se não tivesse havido toda essa espetacularização, já poderia ter sido votada. Estaria tudo muito bem", afirmou. De fato, "rigorosamente, todos esses episódios contribuíram muito para que a situação econômica não tivesse o ganho que poderia ter", completou.

A reforma da Previdência deveria ter sido votada em maio pela Câmara dos Deputados, o que ainda não aconteceu por falta de consenso entre a própria base governista. Governo trabalha com a expectativa que a votação seja retomada rapidamente a partir da rescisão do acordo de delação da JBs, que implicou diretamente Michel Temer nos crimes de corrupção passiva, obstrução da Justiça e organização criminosa.

Nesta quinta-feira (7) executivos da JBS prestaram novos depoimentos para esclarecer dúvidas acerca de uma gravação que colocou em risco os termos do acordo de delação premiada que serviu de base para a primeira denúncia contra Temer e que acabou arquivada pela Câmara dos Deputados. A Procuradoria Geral da República deverá apresentar uma segunda denúncia contra o peemedebista até o próximo dia 17.

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