Ministro do Meio Ambiente diz ter sido pego de surpresa pela entrega da Amazônia

Teve uma consulta formal, respondemos negativamente e depois não fui avisado de nada. Fui pego de surpresa", diz Sarney Filho, ao comentar o caso da abertura de uma reserva ambiental e indígena para a exploração mineral por grupos internacionais

Teve uma consulta formal, respondemos negativamente e depois não fui avisado de nada. Fui pego de surpresa", diz Sarney Filho, ao comentar o caso da abertura de uma reserva ambiental e indígena para a exploração mineral por grupos internacionais
Teve uma consulta formal, respondemos negativamente e depois não fui avisado de nada. Fui pego de surpresa", diz Sarney Filho, ao comentar o caso da abertura de uma reserva ambiental e indígena para a exploração mineral por grupos internacionais (Foto: Leonardo Attuch)
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247 – Teve uma consulta formal, respondemos negativamente e depois não fui avisado de nada. Fui pego de surpresa", diz Sarney Filho, ao comentar o caso da abertura de uma reserva ambiental e indígena para a exploração mineral por grupos internacionais.

Leia, abaixo, trecho da reportagem de Daniela Chiaretti, no Valor:

"O governo falhou e se equivocou" ao baixar decreto que extingue a Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), disse ao Valor o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho. O ministério foi ouvido em junho e deu parecer contrário. "Teve uma consulta formal, respondemos negativamente e depois não fui avisado de nada. Fui pego de surpresa".

O decreto, assinado há uma semana pelo presidente Michel Temer, permitia a abertura de território de 47 mil quilômetros quadrados para exploração mineral entre os Estados do Pará e Amapá. A liberação poderia gerar conflitos entre a atividade minerária, a conservação da biodiversidade da região e os direitos de povos indígenas em uma área de tamanho superior ao do território da Suíça.

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