Ministro do STF confirma delação de Delcídio

Delação premiada do senador Delcídio Amaral (PT-MS), que foi preso na Operação Lava Jato, foi homologada nesta terça-feira 15 pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal; em seus depoimentos, o ex-líder do governo fez citações à presidente Dilma Rousseff, ao ex-presidente Lula, ao presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), ao vice-presidente, Michel Temer, e outros senadores; delação foi vazada à imprensa antes da homologação e um dia antes da deflagração da 24ª fase da Operação Lava Jato, que realizou a condução coercitiva de Lula

Delação premiada do senador Delcídio Amaral (PT-MS), que foi preso na Operação Lava Jato, foi homologada nesta terça-feira 15 pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal; em seus depoimentos, o ex-líder do governo fez citações à presidente Dilma Rousseff, ao ex-presidente Lula, ao presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), ao vice-presidente, Michel Temer, e outros senadores; delação foi vazada à imprensa antes da homologação e um dia antes da deflagração da 24ª fase da Operação Lava Jato, que realizou a condução coercitiva de Lula
Delação premiada do senador Delcídio Amaral (PT-MS), que foi preso na Operação Lava Jato, foi homologada nesta terça-feira 15 pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal; em seus depoimentos, o ex-líder do governo fez citações à presidente Dilma Rousseff, ao ex-presidente Lula, ao presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), ao vice-presidente, Michel Temer, e outros senadores; delação foi vazada à imprensa antes da homologação e um dia antes da deflagração da 24ª fase da Operação Lava Jato, que realizou a condução coercitiva de Lula (Foto: Gisele Federicce)

247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki confirmou nesta terça-feira 15 a delação premiada do senador Delcídio Amaral (PT-MS), que foi preso no âmbito da Operação Lava Jato, sob a acusação de atrapalhar as investigações.

Próximo passo será os investigadores da Lava Jato analisarem se as citações feitas pelo senador trazem indícios suficientes para que abram inquéritos contra os parlamentares.

Em seus depoimentos, o ex-líder do governo no Senado fez citações à presidente Dilma Rousseff no caso Pasadena, ao ex-presidente Lula, ao senador e presidente do PSDB, Aécio Neves, ao vice-presidente, Michel Temer, e outros senadores.

A delação foi vazada à imprensa antes da homologação no STF e um dia antes da deflagração da 24ª fase da Operação Lava Jato, que realizou a condução coercitiva de Lula.

No acordo de Delcídio consta o pagamento de uma multa de R$ 1,5 milhão, que será paga em 10 parcelas.

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