Ministros do Supremo rechaçam declarações em que Carlos Bolsonaro defende ditadura

As declarações em que Carlos Bolsonaro defende a ditadura como via para acelerar o que chamou de transformação no país foram rechaçadas por Ministros do Supremo Tribunal Federal, para os quais não existe estrutura para a ruptura do regime democrático no país

Carlos Bolsonaro
Carlos Bolsonaro (Foto: CMRJ)

247 - As falas de Carlos Bolsonaro, filho do titular do Palácio do Planalto, defendendo a ditadura foram rechaçadas por Ministros do Supremo Tribunal Federal. 

De acordo com esses membros da Suprema Corte brasileira, não existe estrutura para um quadro de ruptura  regime democrático no Brasil, informa a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna na FIlha de S.Paulo. 

Nesta terça-feira (10), o filho de Jair Bolsonaro afirmou que “por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos”. 

Um dos Ministros do STF, ao rebater Carlos Bolsonaro, lembrou que o Congresso Nacional já reagiu à tentativa de Jair Bolsonaro de legislar via decreto e modificou as Medidas Provisórias propostas por ele. 

As declarações de Carlos Bolsonaro tiveram ampla repercussão e chocaram os democratas brasileiros. 

Parlamentares dos mais diversos partidos, entre eles os presidentes da Câmara e do Senado, viram nelas uma ameaça à democracia.

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