Moro dá acesso a ‘operador’ aos autos da Lava Jato

Advogados do empresário Shinko Nakandakari estão autorizados pela Justiça Federal a acessar os autos da sétima fase da Operação Lava Jato; ele foi apontado pelo diretor da Galvão Engenharia Erton Medeiros Fonseca como um dos operadores do esquema de corrupção; Fonseca enviou à PF comprovante de R$ 8,8 milhões em propina supostamente paga a Nakandakari

Advogados do empresário Shinko Nakandakari estão autorizados pela Justiça Federal a acessar os autos da sétima fase da Operação Lava Jato; ele foi apontado pelo diretor da Galvão Engenharia Erton Medeiros Fonseca como um dos operadores do esquema de corrupção; Fonseca enviou à PF comprovante de R$ 8,8 milhões em propina supostamente paga a Nakandakari
Advogados do empresário Shinko Nakandakari estão autorizados pela Justiça Federal a acessar os autos da sétima fase da Operação Lava Jato; ele foi apontado pelo diretor da Galvão Engenharia Erton Medeiros Fonseca como um dos operadores do esquema de corrupção; Fonseca enviou à PF comprovante de R$ 8,8 milhões em propina supostamente paga a Nakandakari (Foto: Gisele Federicce)

247 – Um despacho do juiz Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, autoriza a defesa do empresário Shinko Nakandakari a ter acesso aos autos da sétima fase da operação, que apura esquema de corrupção em contratos da Petrobras.

Ele foi apontado pelo diretor da Galvão Engenharia Erton Medeiros Fonseca como um dos operadores do esquema. Fonseca apresentou à Polícia Federal comprovantes do pagamento, pela construtora, de R$ 8,8 milhões em propina ao empresário.

Segundo ele, Nakandakari atuava como operador junto à Diretoria de Serviços da estatal, à época comandada por Renato Duque, e a propina teria como objetivo evitar que a empreiteira fosse prejudicada ou tivesse seus contratos cancelados com a Petrobras.

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