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Mourão pede "pacificação" para Igreja Universal em Angola e Edir Macedo vira alvo de bolsonaristas

Mourão afirmou que os processos contra a Igreja Universal em Angola criou um problema "no plano espiritual", mas também "no plano político pela participação política que ela possui [no Brasil], com um partido que é o Partido Republicano"

O vice-presidente da república, general Hamilton Mourão (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Fórum - Voltando neste domingo (18) da viagem a Angola, o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) deve prestar contas sobre o que obteve para tentar a “pacificação” entre o governo local e a Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo, que está sendo acusado em grupos bolsonaristas de incitar reportagens negativas contra o governo por estar descontente com a postura de Bolsonaro frente à questão que enfrenta no país africano.

Em entrevista à Agência Lusa, Mourão sinalizou que o tema fez parte do encontro bilateral que teve com o presidente do governo de Angola, João Lourenço, na sexta-feira (16).

“O Governo brasileiro gostaria que se chegasse a um consenso entre essas duas partes e que aqui o Estado angolano recebesse a delegação parlamentar brasileira que quer vir aqui para tentar chegar a um acordo e a um ponto em que se arrefeça as diferenças que ocorreram”, disse Mourão.

Leia a íntegra na Fórum.

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