MP denuncia Joseph Safra por negociar propina

Procuradoria da República no Distrito Federal denunciou o dono do Grupo Safra, Joseph Safra, e o ex-diretor da instituição João Inácio Puga, acusados de negociar R$ 15,3 milhões de propina para dois servidores da Receita atuarem a favor da empresa no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais); a peça, baseada na Operação Zelotes, diz respeito a três ações contra o grupo que envolviam cobranças de multas que somavam R$ 1,8 bilhão, em valores atuais; eles negam irregularidades

Procuradoria da República no Distrito Federal denunciou o dono do Grupo Safra, Joseph Safra, e o ex-diretor da instituição João Inácio Puga, acusados de negociar R$ 15,3 milhões de propina para dois servidores da Receita atuarem a favor da empresa no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais); a peça, baseada na Operação Zelotes, diz respeito a três ações contra o grupo que envolviam cobranças de multas que somavam R$ 1,8 bilhão, em valores atuais; eles negam irregularidades
Procuradoria da República no Distrito Federal denunciou o dono do Grupo Safra, Joseph Safra, e o ex-diretor da instituição João Inácio Puga, acusados de negociar R$ 15,3 milhões de propina para dois servidores da Receita atuarem a favor da empresa no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais); a peça, baseada na Operação Zelotes, diz respeito a três ações contra o grupo que envolviam cobranças de multas que somavam R$ 1,8 bilhão, em valores atuais; eles negam irregularidades (Foto: Roberta Namour)

247 - A Procuradoria da República no Distrito Federal denunciou o dono do Grupo Safra, Joseph Safra, e o ex-diretor da instituição João Inácio Puga, acusados de negociar R$ 15,3 milhões de propina para dois servidores da Receita atuarem a favor da empresa no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais).

A peça do Ministério Público Federal, baseada na Operação Zelotes, diz respeito a três ações contra o grupo que envolviam cobranças de multas da Receita que somavam R$ 1,8 bilhão, em valores atuais. Eles negam irregularidades. Também foram denunciados funcionários da Receita Eduardo Leite e Lutero Fernandes (que era lotado no Carf) e dois intermediários.

Em nota, a JS Administradora, do grupo Safra, negou as acusações e disse que "não há justa causa para o processo". Confira a íntegra:

A JS Administradora esclarece que as suspeitas levantadas pelo Ministério Público são infundadas.
Nenhum representante da JS Administradora ofereceu vantagem para qualquer funcionário público.
A JS não recebeu qualquer tipo de benefício no Carf. Portanto, não há justa causa para o processo.

Leia aqui reportagem de Gabriel Mascarenhas e Aguirre Talento sobre o assunto.

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