MPF denúncia sem provas filho de reitor da UFSC que se suicidou

MPF-SC denunciou, sem provas, o professor universitário Mikhail Vieira Cancellier e outras 12 pessoas ligadas à UFSC pela suposta participação em um esquema de desvio de verbas; Mikhail é filho do ex-reitor Luiz Carlos Cancellier, que se suicidou em outubro de 2017, após ter sido preso sem provas pela PF no âmbito da Operação Ouvidos Moucos



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247 - O Ministério Público Federal de Santa Catarina denunciou, sem provas, o professor universitário Mikhail Vieira Cancellier e outras 12 pessoas ligadas à Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) pela suposta participação em um esquema de desvio de verbas de programas de educação à distância. Mikhail, é filho do ex-reitor da UFSC Luiz Carlos Cancellier, que se suicidou e outubro de 2017, após ter sido preso pela Polícia Federal no âmbito da Operação Ouvidos Moucos. 

Na época, a prisão de de Cancellier foi determinada pela juíza Janaína Cassol Machado, após um pedido da delegada Érika Mialik Marena. A magistrada entrou em licença um dia após o despacho que emitiu com a ordem de prisão do então reitor. No dia seguinte, a juíza substituta ordenou a soltura imediata de Cancellier. Segundo reportagem do  jornal Folha de S. Paulo, agora, Janaína Cassol será a responsável por analisar a denúncia de peculato contra Mikhail. A delegada Erika Mialik Marena foi transferida para Sergipe logo após o suicídio do reitor. 

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O delegado Nelson Napp, que elaborou o relatório final da a operação, afirmou que Cancellier só não foi indiciado porque havia morrido e assegura que seu filho teria sido beneficiado com R$ 7 mil pelo esquema. A Polícia Federal e o Ministério Público, porém, não presentaram provas que incriminassem Mikhail. 

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