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MPT tranforma apuração preliminar sobre denúncias de assédio sexual e moral na Caixa em inquérito civil

Determinação foi tomada pelo procurador do Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal (MPT-DF) Paulo Neto

Pedro Guimarães e Sede da Caixa Econômica Federal em Brasília (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

247 - O procurador Paulo Neto, do Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal (MPT-DF) transformou em inquérito civil a apuração preliminar aberta para apurar as denúncias de assédio sexual e moral na Caixa Econômica Federal durante a gestão do ex-presidente Pedro Guimarães. 

"Considerando que os fatos narrados autorizam a tutela de direitos a cargo do Ministério Público do Trabalho, Converta-se a notícia de fato em inquérito civil", pontuou o procurador na decisão sobre o caso.

De acordo com o G1, Neto determinou que a Caixa seja notificada para, em um prazo máximo de 10 dias, anexar ao inquérito civil a "cópia integral dos procedimentos administrativos decorrentes do recebimento" de 14 denúncias contra o ex-presidente da Caixa que foram apresentadas aos canais internos da instituição que foram apresentadas entre os anos 2019 e 2022. 

A apuração preliminar do MPT foi aberta no final de junho, quando vieram à tona as denúncias de assédio sexual e moral envolvendo Pedro Guimarães e outros altos executivos da instituição. Guimarães deixou o cargo no dia 29 de junho, poucos dias após o escândalo ser revelado pela imprensa.

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