Na crise, Justiça aumenta auxílios alimentação e pré-escolar a servidores

Os benefícios tiveram um reajuste de 3%, de acordo com determinação publicada no Diário Oficial da União; o detalhe é que o reajuste ocorre enquanto o Poder Executivo corta dinheiro de áreas sociais para cobrir o rombo do subsídio dado pelo governo federal ao óleo diesel, que deve custar R$ 13,5 bilhões aos cofres públicos

Os benefícios tiveram um reajuste de 3%, de acordo com determinação publicada no Diário Oficial da União; o detalhe é que o reajuste ocorre enquanto o Poder Executivo corta dinheiro de áreas sociais para cobrir o rombo do subsídio dado pelo governo federal ao óleo diesel, que deve custar R$ 13,5 bilhões aos cofres públicos
Os benefícios tiveram um reajuste de 3%, de acordo com determinação publicada no Diário Oficial da União; o detalhe é que o reajuste ocorre enquanto o Poder Executivo corta dinheiro de áreas sociais para cobrir o rombo do subsídio dado pelo governo federal ao óleo diesel, que deve custar R$ 13,5 bilhões aos cofres públicos (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - O Poder Judiciário brasileiro autorizou nesta segunda-feira (4) o aumento no auxílio-alimentação e no auxílio pré-escola. Os benefícios tiveram um reajuste de 3%, de acordo com determinação publicada no Diário Oficial da União. O auxílio alimentação passa a ser de R$ 910,08 e o pré-escolar de R$ 712,62, de acordo com portaria assinada pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luiz Fux, entre outros presidentes de tribunais superiores.

O detalhe é que o reajuste pcorre enquanto o Poder Executivo corta dinheiro de áreas sociais para cobrir o rombo do subsídio dado pelo governo federal ao óleo diesel, que deve custar R$ 13,5 bilhões aos cofres públicos.

Segundo o Globo, também assinam a portaria os presidentes do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministra Laurita Vaz; do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro João Batista Brito Pereira; do Superior Tribunal Militar (STM), ministro José Coelho Ferreira, e do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF), desembargador Romão Cícero de Oliveira.

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