Na TV, PMDB fala em tirar o País do vermelho

Propaganda do partido não dissimula a aposta na 'saída Temer', no momento em que as bancadas na Câmara e no Senado reforçam presença na Esplanada dos Ministérios; sem citar diretamente o governo, caciques da legenda defendem que "é hora de virar esse jogo", e "deixar o estrelismo de lado"; presidente nacional da sigla, o vice-presidente Michel Temer defende a união; "É imprescindível unir forças, colocar o Brasil acima de qualquer interesse partidário ou motivações pessoais", afirma; já o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que defende a saída do partido do governo Dilma, diz que é "a hora da verdade"; "Chegou a hora de escolher que Brasil queremos", afirma; ao todo, cerca de 50 líderes do PMDB falam durante aproximadamente dez minutos de programa

Propaganda do partido não dissimula a aposta na 'saída Temer', no momento em que as bancadas na Câmara e no Senado reforçam presença na Esplanada dos Ministérios; sem citar diretamente o governo, caciques da legenda defendem que "é hora de virar esse jogo", e "deixar o estrelismo de lado"; presidente nacional da sigla, o vice-presidente Michel Temer defende a união; "É imprescindível unir forças, colocar o Brasil acima de qualquer interesse partidário ou motivações pessoais", afirma; já o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que defende a saída do partido do governo Dilma, diz que é "a hora da verdade"; "Chegou a hora de escolher que Brasil queremos", afirma; ao todo, cerca de 50 líderes do PMDB falam durante aproximadamente dez minutos de programa
Propaganda do partido não dissimula a aposta na 'saída Temer', no momento em que as bancadas na Câmara e no Senado reforçam presença na Esplanada dos Ministérios; sem citar diretamente o governo, caciques da legenda defendem que "é hora de virar esse jogo", e "deixar o estrelismo de lado"; presidente nacional da sigla, o vice-presidente Michel Temer defende a união; "É imprescindível unir forças, colocar o Brasil acima de qualquer interesse partidário ou motivações pessoais", afirma; já o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que defende a saída do partido do governo Dilma, diz que é "a hora da verdade"; "Chegou a hora de escolher que Brasil queremos", afirma; ao todo, cerca de 50 líderes do PMDB falam durante aproximadamente dez minutos de programa (Foto: Aquiles Lins)

247 - O PMDB leva ao ar em rede de rádio e televisão seu programa partidário. A peça é marca pelo distanciamento maior em relação ao governo da presidente Dilma Rousseff. 

Sem citar diretamente o governo, o PMDB continua flertando com a saída da presidente Dilma Rousseff e se apresenta como alternativa de governo, ao dizer, na boca dos principais caciques da legenda, frases como "é hora de virar esse jogo", "deixar o estrelismo de lado" ou "unir forças acima de qualquer interesse partidário".

O presidente nacional da sigla e vice-presidente da República, Michel Temer, defende a união. "É imprescindível unir forças, colocar o Brasil acima de qualquer interesse partidário ou motivações pessoais. Crise se enfrenta com união, com coragem, com determinação e retidão", afirma.

Ao todo, cerca de 50 líderes do PMDB falam durante aproximadamente dez minutos de programa. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), diz que é "a hora da verdade". "Chegou a hora de escolher que Brasil queremos", afirma. O presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), declara que o país é mais do que governos. "Governos passam, e o Brasil sempre vai ser mais do quer qualquer governo. O que a gente tem que defender são os interesses do país", diz Renan.

O programa do PMDB vai ao em meio à negociação da reforma ministerial, desenhada pela presidente Dilma Rousseff, que até o momento amplia o espaço do partido na Esplanada dos Ministérios.

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