“Não podemos desanimar. Se há um túnel, temos que encontrar a saída”, diz a ex-presidente Dilma Rousseff

Vítima de dois golpes, o de 1964 e o de 2016, a ex-presidente Dilma Rousseff diz que os brasileiros têm que lutar para encontrar a saída diante do túnel imposto pelos golpistas ao Brasil. "Barra pesada é 21 anos de ditadura. Isso que é barra pesada. Tem hora que não pode ficar falando se vê ou se não vê a luz no fim do túnel", diz à TV 247. Assista

(Foto: ROBERTO STUCKERT FILHO/PR)
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247 - Para a ex-presidente Dilma Rousseff, o momento atravessado pelo Brasil exige resiliência da população. Em entrevista à TV 247, ela relembrou os horrores da ditadura militar e afirmou que agora não é hora de desanimar.

O assunto foi levantado por um internauta: "Qual é a chance de o país voltar a ser livre, o país do futuro com o qual tanto sonhamos? Não vejo mais luz no fim do túnel, tendo os opressores aliados à nossa elite".

Dilma respondeu: "Barra pesada é 21 anos de ditadura. Isso que é barra pesada. Tem hora que não pode ficar falando se vê ou se não vê a luz no fim do túnel. Você vê um túnel, e tem que sair dele".

Em seguida, o jornalista Mario Vitor Santos perguntou sobre o que a ex-presidente faria se tivesse uma "varinha de condão" e pudesse mudar uma única coisa para evitar golpes no Brasil.

"Com a minha varinha de condão, eu empoderaria o povo. Acredito que se não se tem um Exército, um Congresso, só se tem uma coisa. Você tem o poder do povo, o poder de 210 milhões de brasileiros e brasileiras. Eu tornaria o povo mais organizado, mais consciente e implacável quando se trata da defesa dos interesses da nação", disse. 

"A soberania do país é crucial para o desenvolvimento, que deve combinar educação de qualidade, trazendo desenvolvimento científico e tecnológico, distribuição de renda e acesso aos serviços públicos. Isso é o que eu faria com minha varinha", completou a ex-presidente.

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