Não se rouba celulares na Europa, diz Moraes em julgamento sobre foro privilegiado

Em meio a sessão de julgamento sobre a restrição do foro privilegiado para políticos, o ministro do STF Alexandre de Moraes desatou a falar sobre roubo de celulares; de acordo comele, não existe este tipo de crime na Europa; "Por que na Europa não se rouba celular? Porque polícia, Ministério Público e Justiça atuaram juntos na receptação, então há uma disfuncionalidade realmente gigantesca em relação a isto", disse; "Não há culpados, ou somos todos culpados, a legislação precisava ser alterada, a rapidez e a infraestrutura da Justiça precisam ser melhoradas, mas voltando à questão específica...", completou antes de vltar á pauta da sessão

Brasília- DF- BRaisl- 29/09/2016- O Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, participa da abertura da reunião do Conselho Nacional dos secretários de justiça, Cidadania, Direitos Humanos e Administração Penitenciária - CONSEJ/Foto:Isaac Amorim/MJC
Brasília- DF- BRaisl- 29/09/2016- O Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, participa da abertura da reunião do Conselho Nacional dos secretários de justiça, Cidadania, Direitos Humanos e Administração Penitenciária - CONSEJ/Foto:Isaac Amorim/MJC (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Em meio a sessão de julgamento sobre a restrição do foro privilegiado para políticos, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes desatou a falar sobre roubo de celulares. De acordo com o ministro, não existe roubo de aparelhos de telefonia celular na Europa.

Citando dados sobre a criminalidade no Brasil, Moraes destacou que "temos por mês no Brasil em torno de 80 mil roubos, sendo que destes, 65% [são] de celulares". "E, obviamente saindo até um pouco aqui dessa questão, por que se rouba tanto celular no Brasil? Porque há quem compra, há receptação", completou. "Por que na Europa não se rouba celular? Porque polícia, Ministério Público e Justiça atuaram juntos na receptação, então há uma disfuncionalidade realmente gigantesca em relação a isto", ressaltou.

"Não há culpados, ou somos todos culpados, a legislação precisava ser alterada, a rapidez e a infraestrutura da Justiça precisam ser melhoradas, mas voltando à questão específica...", disse antes de voltar à pauta do julgamento sobre o foro privilegiado.

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