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Brasil

Notícias sobre demissão são “ilações”, diz ministro da AGU

O advogado­-geral da União, Fábio Medina Osório, afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que "apesar das ilações equivocadas sobre sua atuação, ele permanece trabalhando na defesa do Estado Brasileiro e dos atos do presidente da República, sempre com responsabilidade, equilíbrio, seriedade e transparência"; ele teria criado inúmeros embaraços para o governo ao dar uma carteirada para conseguir um jato da FAB para viajar a Curitiba, e pela demissão ilegal do presidente Ricardo Melo e a nomeação também ilegal do jornalista Laerte Rimoli

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O advogado­-geral da União, Fábio Medina Osório, afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que "apesar das ilações equivocadas sobre sua atuação, ele permanece trabalhando na defesa do Estado Brasileiro e dos atos do presidente da República, sempre com responsabilidade, equilíbrio, seriedade e transparência"; ele teria criado inúmeros embaraços para o governo ao dar uma carteirada para conseguir um jato da FAB para viajar a Curitiba, e pela demissão ilegal do presidente Ricardo Melo e a nomeação também ilegal do jornalista Laerte Rimoli (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - O advogado­-geral da União, Fábio Medina Osório, afirmou que não passa de "ilações" as notícias de que ele teria aborrecido o presidente interino, Michel Temer, e corria o risco de ser demitido. Em nota, a assessoria de imprensa de Medina disse que "apesar das ilações equivocadas sobre sua atuação, ele permanece trabalhando na defesa do Estado Brasileiro e dos atos do presidente da República, sempre com responsabilidade, equilíbrio, seriedade e transparência".

Ele teria criado inúmeros embaraços para o governo desde que assumiu seu posto e já perdeu o apoio até mesmo do seu padrinho político, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, de acordo com informações apuradas pelo Estadão. A assessoria do AGU rebateu a informação de que ele teria adotado uma estratégia errada no caso da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), cuja presidência foi devolvida a Ricardo Melo, na última quinta-­feira (2) por meio de uma liminar concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli.

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Segundo a nota, não caberia a ele elaborar uma manifestação ao Supremo, pois nesse caso a AGU teria que atuar com distanciamento. "É importante ressaltar, ainda, que os magistrados atuam com total isenção e independência".

A assessoria informou que ao "contrário do que foi divulgado por parte da imprensa, não ocorreu qualquer tipo de embaraço na requisição dos serviços da FAB para o cumprimento de agenda pública e oficial em Curitiba esta semana". De acordo com o texto, advogado­-geral da União tem status de ministro de Estado e, por isso, tem prerrogativa legal para solicitar transporte área. Na reforma ministerial idealizada por Temer, porém, a AGU perderia tal prerrogativa.

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Segundo assessores do Palácio do Planalto, os problemas começaram assim que Medina assumiu o cargo. Sem consultar Temer ou Padilha, ele questionou a atuação do seu antecessor, José Eduardo Cardozo, na defesa da presidente afastada Dilma Rousseff, na fase inicial do processo de impeachment. Como consequência, abriu-se uma batalha com aliados de Dilma que o governo considerava desnecessária, naquele momento.

 

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