Nova denúncia de delator tenta atingir Lula

Lobista Fernando Baiano afirma em delação premiada que pode apresentar documentos bancários que comprovem a suposta transferência de valores para uma das noras do ex-presidente Lula; diz que o dinheiro foi repassado pelo pecuarista José Carlos Bumlai após encontros de Lula com seu amigo e com João Carlos Ferraz, então presidente da Sete Brasil, para tratar de negócios relativos à estatal, investigados pela operação Lava Jato; em nota, eles negam as acusações

Lobista Fernando Baiano afirma em delação premiada que pode apresentar documentos bancários que comprovem a suposta transferência de valores para uma das noras do ex-presidente Lula; diz que o dinheiro foi repassado pelo pecuarista José Carlos Bumlai após encontros de Lula com seu amigo e com João Carlos Ferraz, então presidente da Sete Brasil, para tratar de negócios relativos à estatal, investigados pela operação Lava Jato; em nota, eles negam as acusações
Lobista Fernando Baiano afirma em delação premiada que pode apresentar documentos bancários que comprovem a suposta transferência de valores para uma das noras do ex-presidente Lula; diz que o dinheiro foi repassado pelo pecuarista José Carlos Bumlai após encontros de Lula com seu amigo e com João Carlos Ferraz, então presidente da Sete Brasil, para tratar de negócios relativos à estatal, investigados pela operação Lava Jato; em nota, eles negam as acusações (Foto: Roberta Namour)
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247 – O lobista Fernando Baiano, operador de propina do PMDB, afirmou em delação premiada que pode apresentar documentos bancários que comprovem a suposta transferência de valores para uma das noras do ex-presidente Lula.

“O depoente se compromete a tentar identificar a operação bancária referente aos fatos”, registrou a força-tarefa da Lava Jato no termo de delação.

Ele acusa Lula de ter tratado de negócios relativos à estatal, investigados pela operação, duas vezes, com seu amigo, o pecuarista José Carlos Bumlai, e com João Carlos Ferraz, então presidente da Sete Brasil.

Os encontros teriam ocorrido no primeiro semestre de 2011, na sede do Instituto Lula, em São Paulo, antes da cobrança de R$ 3 milhões por Bumlai para supostamente pagar uma dívida de imóvel de uma nora do ex-presidente.

Eles negam. Em nota, o Instituto Lula reitera “que o ex-presidente Lula nunca atuou como intermediário de empresas em contratos, antes, durante ou depois de seu governo”. “Jamais autorizou que o sr. José Carlos Bumlai ou qualquer pessoa utilizasse seu nome em qualquer espécie de lobby. Não existe a dívida de 2 milhões supostamente mencionada na delação”, afirmou.

Bumlai afirma também que “nunca atuou em nome de OSX ou de Fernando Baiano em quaisquer demandas, nem pediu dinheiro usando o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou seus familiares, para beneficiar quem quer que fosse”. “Mais uma vez, informações já contestadas por nós são misturadas irresponsavelmente, na tentativa de criar novos fatos que, na prática, não existem”, disse.

Leia aqui reportagem de Fausto Macedo sobre o assunto.

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