Novo chefe da PF toma posse meia hora depois de ser nomeado por Bolsonaro

Indicação de Rolando Alexandre de Souza para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF) foi avalizada pelo diretor-geral da Abin, Alexandre Ramagem, que foi impedido de ocupar a vaga por uma decisão do STF em função de sua ligação com o clã Bolsonaro

(Brasília - DF, 04/05/2020) Presidente da República Jair Bolsonaro, durante assinatura do Termo de Posse do senhor Rolando Alexandre de Souza, Diretor-Geral da Polícia Federal.
Foto: Isac Nóbrega/PR
(Brasília - DF, 04/05/2020) Presidente da República Jair Bolsonaro, durante assinatura do Termo de Posse do senhor Rolando Alexandre de Souza, Diretor-Geral da Polícia Federal. Foto: Isac Nóbrega/PR (Foto: Isac Nóbrega-PR/ABR)
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247 - Rolando Alexandre de Souza, anunciado no início da manhã desta segunda-feira (4) como o novo diretor-geral da Polícia Federal (PF) assinou o termo de posse cerca de meia hora após Jair Bolsonaro confirmar a sua nomeação pelo Twitter.

A indicação de Rolando foi avalizada pelo diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem, que havia sido indicado para a chefia da PF no lugar de Mauricio Valeixo. Ele, porém, teve  teve sua nomeação impedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em função de sua ligação com o clã Bolsonaro. Rolando é próximo de Ramagem e trabalhava com ele na Abin. 

A mudança no comando da PF abriu uma crise no governo Jair Bolsonaro e levou à saída de Sergio Moro do cargo de ministro da Justiça. A crise, que envolveu acusações de tentativas de interferência na PF, resultou na abertura de um inquérito aberto pelo STF para apurar as denúncias feitas por Moro. 

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