Novos laudos colocam dúvidas se miliciano 'Capitão Adriano' foi morto em confronto com PM da Bahia

Laudos elaborados por peritos do Ministério Público do Rio de Janeiro e da Bahia colocam dúvidas se o miliciano Adriano da Nóbrega, ligado ao clã Bolsonaro e suspeito de matar a vereadora Marielle Franco, teria reagido à ordem de prisão atirando contra os policiais ou se foi executado

(Foto: Reprodução)


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247 - O ex-capitão do Bope Adriano Nóbrega da Silva, morto no ano passado após uma suposta um troca de tiros com policiais da Bahia, pode ter sido executado. De acordo com reportagem exibida neste domingo (28) pelo Fantástico, da Rede Globo, laudos elaborados por peritos do Ministério Público do Rio de Janeiro e da Bahia colocam dúvidas se o miliciano, ligado ao clã Bolsonaro e suspeito de matar a vereadora Marielle Franco (PSL-RJ), teria reagido à ordem de prisão atirando contra os policiais. 

“Há um disparo que entra tangencialmente pela lateral do tórax do abdômen, segue o trajeto sai daqui e reentra no corpo, e é um tiro em que provavelmente a vítima já estava deitada. Isso tem que ser esclarecido. Esse tiro, deveria entrar e sair numa posição paralela ao solo”, disse o professor titular de Medicina Legal da UERJ, Nelson Massini. 

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O perito também questionou a ausência de vestígios de pólvora nas mãos de Adriano. “Foi feito um exame não apropriado, que é um exame químico para verificação do resíduo de pólvora e não se usa mais. Hoje o exame é apropriado é uma microscopia de varredura. Isso fala a favor de que ele não atirou a princípio, mas é preciso justificar o porquê dessa negatividade”.

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