OAB debate impeachment de Bolsonaro e diz que campanha depende do povo nas ruas

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), entidade que pode desempenhar um papel decisivo no impeachment de Jair Bolsonaro, discute internamente o tema e considera que o afastamento do presidente de extrema direita depende da mobilização popular nas ruas

Felipe Santa Cruz e Jair Bolsonaro
Felipe Santa Cruz e Jair Bolsonaro (Foto: ABr | Reuters)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - Começa a ganhar fôlego a discussão sobre a abertura de um processo de impeachment de Jair Bolsonaro. A OAB, considerada a principal entidade que poderia desencadear o processo, já debate internamente o tema e considera que seu andamento depende da pressão popular.


“É preciso abrir a discussão, porque os fatos [que envolvem Bolsonaro em eventual crime de responsabilidade] são graves. Mas o ritmo dela será ditado pelas ruas e pelo Congresso Nacional”, diz o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, informa a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna na Folha de S.Paulo.

Lideranças que devem ter poder de decisão sobre o tema pensam a mesma coisa. E acreditam que, depois do início da campanha de vacinação contra o novo coronavírus, a mobilização popular pode tomar impulso.

O impeachment de Jair Bolsonaro já foi alvo de resolução dos partidos de esquerda e de entidades sindicais e estudantis no ano passado e entrou em pauta no início deste ano nas discussões entre os partidos progressistas e os líderes do "bloco do Maia" que lançou o deputado Baleia Rossi (MDB) à presidência da Câmara dos Deputados.

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

Cortes 247

Apoie o 247

WhatsApp Facebook Twitter Email