OAB defende afastamento imediato de Renan

Segundo o presidente da OAB, Carlos Lamachia, o afastamento do presidente do Senado, que virou réu por peculato no STF nesta quinta-feira, servirá para que Renan "possa bem exercer seu direito de defesa sem comprometer as instituições que representa"; "Não se trata aqui de fazer juízo de valor quanto à culpabilidade do senador Renan Calheiros, uma vez que o processo que o investiga não está concluído. Trata-se de zelo pelas instituições da República", diz Lamachia, em nota

Presidente da OAB, Carlos Lamachia, e presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL)
Presidente da OAB, Carlos Lamachia, e presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) (Foto: Paulo Emílio)

247 - O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Carlos Lamachia, defendeu, em nota, o afastamento imediato do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Segundo Lamachia, o afastamento serviria para que Renan "possa bem exercer seu direito de defesa sem comprometer as instituições que representa". Nesta quinta-feira (1), o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou denúncia contra o peemedebista onde ele é acusado pelo crime de peculato.

"Não se trata aqui de fazer juízo de valor quanto à culpabilidade do senador Renan Calheiros, uma vez que o processo que o investiga não está concluído. Trata-se de zelo pelas instituições da República", disse Lamachia.

"Por este motivo, é preciso que o senador Renan Calheiros seja julgado de acordo com os ritos e procedimentos estabelecidos em lei, com acesso à ampla defesa e ao contraditório. Mas sem que isso comprometa o cotidiano e os atos praticados pelo Senado Federal", complementa o texto.

Também por meio de nota, Renan Calheiros disse ter recebido com "tranquilidade" a decisão do STF. Segundo ele, o processos é baseado em "suposições" e "probabilidades" e ressalta que não existem provas de que tenha incorrido em algum delito.

 

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