Obra do Maracanã, mesmo superfaturada, continua

Justia nega liminar pedida pelo Ministrio Pblico para interromper a reforma do principal estdio da Copa de 2014; custo subiu de R$ 705 milhes para R$ 936 milhes

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Fernando Porfírio_247 - As obras de reforma do Maracanã para a Copa do Mundo de 2014 vão continuar. O Ministério Público Federal caiu do cavalo na sua cruzada para embargar a reforma. A Justiça negou a liminar pedida pelo MPF que pretendia paralisar a demolição da marquise superior do estádio.

O custo da obra que inicialmente era de R$ 705 milhões, saltou para R$ 936 milhões. De acordo com a direção do Maracanã, por exigência da Fifa, foram necessários ajustes na obra, entre eles, a demolição e reconstrução da cobertura.

O MPF entrou com uma ação civil pública, com pedido de liminar, para embargar a obra. Na ação, os procuradores da República apontam ilegalidade na autorização da superintendência do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico Nacional) do Rio de Janeiro. De acordo com o MPF, a reforma descaracteriza o estádio e viola seu tombamento como patrimônio histórico e cultural.

A decisão que negou a liminar foi da juíza Regina Coeli Formisano, da 6ª Vara Federal. A magistrada seguiu o caminho de outra colega, que numa ação popular com pedido semelhante, manteve a reforma do estádio. A ação popular foi movida pela Frente Nacional dos Torcedores e a ação civil pública pelo procurador da República Mauricio Andreiuolo.

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