Operador do MDB na Câmara, Funaro pode voltar à cadeia

Uma investigação pode mandar o operador de propina do MDB na Câmara dos Deputados, Lucio Funaro, de volta à prisão; segundo a coluna Radar, a Polícia Federal identificou as digitais do doleiro no fundo de pensão de Paulínia, fato omitido em sua colaboração premiada

Uma investigação pode mandar o operador de propina do MDB na Câmara dos Deputados, Lucio Funaro, de volta à prisão; segundo a coluna Radar, a Polícia Federal identificou as digitais do doleiro no fundo de pensão de Paulínia, fato omitido em sua colaboração premiada
Uma investigação pode mandar o operador de propina do MDB na Câmara dos Deputados, Lucio Funaro, de volta à prisão; segundo a coluna Radar, a Polícia Federal identificou as digitais do doleiro no fundo de pensão de Paulínia, fato omitido em sua colaboração premiada (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Uma investigação pode mandar o operador de propina do MDB na Câmara dos Deputados, Lucio Funaro, de volta à cadeia. De acordo com informação publicada nesta sábado (16) pela coluna Radar, a Polícia Federal identificou as digitais do doleiro no fundo de pensão de Paulínia, fato omitido em sua colaboração premiada.

Funaro é um dos delatores de diferentes esquemas de fraudes em financiamentos bilionários da Caixa Econômica Federal.

Também vale ressaltar que a Polícia Federal apontou em seu relatório final da Operação Cui Bono? que o Grupo Bertin pagou R$ 57,3 milhões em propina ao doleiro entre 2013 e 2015 com o objetivo de obter empréstimo de R$ 2 bilhões da Caixa Econômica Federal para construir o trecho leste do Rodoanel, em São Paulo.

De acordo com a PF, ele teria dividido o dinheiro Eduardo Cunha (MDB-RJ) e com o vice-presidente do banco à época, Geddel Vieira Lima. Os dois emedebistas estão presos.

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