Órgãos de pesquisa também reagem contra a PEC 241

Representantes da Academia Brasileira de Ciências e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) temem um "desastre" na ciência com a aprovação da PEC do teto dos gastos; cientistas alertam para o risco de congelamento dos investimentos nos níveis atuais, perpetuando o estado de crise do setor; "Se continuarmos na situação atual por mais 20 anos será mortal; vamos voltar ao status de colônia extrativista", diz Luiz Davidovich, da ABC

Representantes da Academia Brasileira de Ciências e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) temem um "desastre" na ciência com a aprovação da PEC do teto dos gastos; cientistas alertam para o risco de congelamento dos investimentos nos níveis atuais, perpetuando o estado de crise do setor; "Se continuarmos na situação atual por mais 20 anos será mortal; vamos voltar ao status de colônia extrativista", diz Luiz Davidovich, da ABC
Representantes da Academia Brasileira de Ciências e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) temem um "desastre" na ciência com a aprovação da PEC do teto dos gastos; cientistas alertam para o risco de congelamento dos investimentos nos níveis atuais, perpetuando o estado de crise do setor; "Se continuarmos na situação atual por mais 20 anos será mortal; vamos voltar ao status de colônia extrativista", diz Luiz Davidovich, da ABC (Foto: Gisele Federicce)

247 - Reportagem de Herton Escobar, que tem um blog no Estadão, traz o posicionamento de representantes de entidades de pesquisa e ciência sobre a PEC 241, que congela os gastos públicos por 20 anos.

Integrantes da Academia Brasileira de Ciências e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) temem um "desastre" na ciência com a aprovação da proposta de emenda à Constituição.

"Se continuarmos na situação atual por mais 20 anos será mortal; vamos voltar ao status de colônia extrativista", diz Luiz Davidovich, da ABC. "Na verdade, não digo nem 20 anos. Se for cinco, já será extremamente complicado", completa.

"É um cenário trágico para a ciência", diz a presidente da SBPC e professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Helena Nader. Ela teme uma fuga em massa de cérebros para o exterior com o congelamento de investimentos. "O que estamos dizendo para os nosso jovens cientistas é: se você tem condições de ir embora do Brasil, vá; porque aqui a ciência não é valorizada", comenta.

Leia aqui a íntegra.

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