Osmar Terra diz que “combustível teve pouco aumento desde 2018”

“É bom que se diga que desde aquela época, o combustível teve pouco aumento. Desde 2018. Nós estamos em 2021. Existe oscilação de mercado e do dólar, tudo que influencia“, disse Terra, desmentindo a tese de Bolsonaro de que a alta de preços é culpa dos governadores

Osmar Terra
Osmar Terra (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
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247 - Depois de minimizar a gravidade da pandemia e fazer previsões que se mostraram infundadas, o deputado federal Osmar Terra (MDB-RS) afirmou que os combustíveis no Brasil tiveram “pouco aumento” desde 2018.

De acordo com a agência Nacional de Petróleo (ANP), desde 2018 a gasolina ficou 33,1% mais cara, enquanto o diesel subiu 36%. O preço do diesel S10 avançou 34,7%. Mas em discurso durante sessão da Comissão Geral que debate os custos das termelétricas para o país e a alta dos preços dos combustíveis, Osmar Terra defendeu a política de preços da Petrobras.

“É bom que se diga que desde aquela época, o combustível teve pouco aumento. Desde 2018. Nós estamos em 2021. Existe oscilação de mercado e do dólar, tudo que influencia“, disse Terra, desmentindo a tese de Bolsonaro de que a alta de preços é culpa dos governadores.

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Para Terra, a Petrobras está “funcionando muito bem” e atacou os governos do PT. “A Petrobras está cumprindo um papel importantíssimo, primeiro de sobreviver. Eu vi um deputado da oposição falando como se o PT não tivesse responsabilidade nenhuma nessa crise da Petrobras. O PT destruiu a Petrobras”, afirmou.

Terra ficou incomodado com com as declarações do deputado federal Bohn Gass (PT-RS), líder da bancada do PT ma Câmara, que afirmou que, mesmo com a adoção da estratégia de redução da frequência de reajustes dos preços nas refinarias, o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, não conseguiu conter a inflação para o consumidor.

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“A dolarização dos preços dos combustíveis, mantida pelo governo Bolsonaro, está elevando os preços a patamares históricos. A política de Preço de Paridade de Importação, ainda mantida na Petrobras, faz a estatal deixar de controlar os preços dos combustíveis, evitando pressões inflacionárias, para determiná-los conforme as cotações do dólar e do petróleo no mercado internacional“, disse Gass.

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