Palocci incrimina Lula em depoimento a Moro

O ex-ministro Antônio Palocci disse nesta quarta-feira em depoimento ao juiz Sérgio Moro que o PT tinha uma "pacto de sangue" com a Odebrecht, e que o combinado era o partido receber R$ 300 milhões em propina; segundo Adriano Bretas, advogado de Palocci, ele disse ainda que R$ 4 milhões foram dados em dinheiro para o ex-presidente Lula; Palocci também afirmou em depoimento que Lula sabia da compra de um terreno para o Instituto Lula e de um imóvel vizinho ao apartamento do ex-presidente, em São Bernardo do Campo

O ex-ministro Antônio Palocci disse nesta quarta-feira em depoimento ao juiz Sérgio Moro que o PT tinha uma "pacto de sangue" com a Odebrecht, e que o combinado era o partido receber R$ 300 milhões em propina; segundo Adriano Bretas, advogado de Palocci, ele disse ainda que R$ 4 milhões foram dados em dinheiro para o ex-presidente Lula; Palocci também afirmou em depoimento que Lula sabia da compra de um terreno para o Instituto Lula e de um imóvel vizinho ao apartamento do ex-presidente, em São Bernardo do Campo
O ex-ministro Antônio Palocci disse nesta quarta-feira em depoimento ao juiz Sérgio Moro que o PT tinha uma "pacto de sangue" com a Odebrecht, e que o combinado era o partido receber R$ 300 milhões em propina; segundo Adriano Bretas, advogado de Palocci, ele disse ainda que R$ 4 milhões foram dados em dinheiro para o ex-presidente Lula; Palocci também afirmou em depoimento que Lula sabia da compra de um terreno para o Instituto Lula e de um imóvel vizinho ao apartamento do ex-presidente, em São Bernardo do Campo (Foto: Romulo Faro)

247 - O ex-ministro Antônio Palocci disse nesta quarta-feira (6) em depoimento ao juiz Sérgio Moro que o PT tinha uma "pacto de sangue" com a Odebrecht, e que o combinado era o partido receber R$ 300 milhões em propina. A informação é dos advogados do ex-ministro. Segundo Adriano Bretas, Palocci disse ainda que R$ 4 milhões foram dados em dinheiro para o ex-presidente Lula.

Palocci também afirmou em depoimento que Lula sabia da compra de um terreno para o Instituto Lula e de um imóvel vizinho ao apartamento do ex-presidente, em São Bernardo do Campo.

"Especificamente no que tange o assunto do Instituto Lula, que é o objeto dessa ação, ficou absolutamente claro que esse assunto foi deliberado conjuntamente por um colegiado de pessoas composto por Paulo Okamotto, José Carlos Bumlai, Roberto Teixeira, o próprio Antonio Palocci, que não nega o seu mea culpa, não se exime da sua responsabilidade", disse Bretas.

"Mas que também admite e reconhece que integrava esse colegiado também o ex-presidente Lula, que participou e acompanhou, par e passo, cada passo do andamento dessa operação, que culminou pela compra desse imóvel", afirmou o advogado de Palocci.

Segundo denúncia do Ministério Público Federal (MPF), Lula recebeu o terreno e o imóvel como vantagem indevida da Odebrecht. Neste processo, Palocci responde pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele já foi condenado em outra ação da Lava Jato e está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba.

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