Para criminalista, acusações contra carne brasileira foram irresponsáveis

Para o advogado criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, o “Kakay”, as acusações de adulteração e comercialização de alimentos estragados contra os produtores de carne brasileiros durante a operação Carne Fraca foram irresponsáveis; o advogado, que faz questão de frisar que não trabalha para  a JBS ou qualquer outra empresa eventualmente implicada na investigação, questiona as motivações da Carne Fraca:  “A quem interessava erros tão grosseiros? Vejam as redes sociais, e o destaque na grande mídia mundial... triste país!”, desabafou

Antonio Carlos de Almeida Castro, o “Kakay”
Antonio Carlos de Almeida Castro, o “Kakay” (Foto: Giuliana Miranda)

247 - O advogado criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, o “Kakay”,considera que as acusações de adulteração e comercialização de alimentos estragados contra os produtores de carne brasileiros durante a operação Carne Fraca foram irresponsáveis.

Frisando que não trabalha para a JBS ou qualquer outra empresa eventualmente implicada na investigação, Kaykay questiona as motivações da Carne Fraca:  “A quem interessava erros tão grosseiros? Vejam as redes sociais, e o destaque na grande mídia mundial... triste país!”, desabafou.

As informações são do Diário do Poder

"Somente na Austrália, a subsidiária do grupo JBS abate cerca de 25.000 cordeiros por dia, lembra o advogado. Ele se confessou 'absolutamente estarrecido' com essa história do papel ou papelão misturado à carne moída: 'Imaginar que uma empresa com esse tamanho, esse porte, com o certificados internacionais que dispõe, usar papel para aumentar o peso de carne moída é completamente fora de qualquer lógica', afirmou.

Ele destacou o peso das empresas brasileiras no mercado internacional, abastecendo 15% de toda a carne consumida no mundo, posição que é invejada por grandes corporações. Não por acaso, lembra ele, países como França, Inglaterra e Estados Unidos já pediram explicações ao Brasil sobre o escândalo. 'Os concorrentes vao fazer barulho', prevê.

O experiente criminalista, um dos mais admirados nos meios jurídicos, considera que a história do papel ou papelão na carne moída, foi um erro grosseiro de interpretação do policial a quem coube interpretar os grampos telefônicos. “Não resta dúvida, nem para os mais incautos, que foi uma subleitura das interceptações telefônicas. Maldosa. Criminosa. Dirigida. É evidente que falavam da embalagem da carne, e criminosamente exploraram como sendo colocar papel na carne moída. Ridículo. A força da imprensa irresponsável fez prevalecer esta hipótese para milhões de incautos. Desinformados. Que querem ser desinformados, massa de manobra."

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