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Para evitar conluios, Moraes proíbe pai de Mauro Cid de visitar o filho na prisão

A decisão de Moraes tenta impedir uma eventual tentativa na combinação de versões ou obstrução no trabalho de investigação.

General Mauro Lourena Cid, Jair Bolsonaro e tenente-coronel Mauro Cid (Foto: Reprodução/Alesp | ABr)

247 - O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu neste domingo (20) que o general Mauro Lourena Cid não pode mais visitar o filho, o tenente-coronel Mauro Cid, na prisão. Ambos estão proibidos de manter contato, após passarem a ser investigados no esquema de venda e recompra de joias dadas a Jair Bolsonaro por autoridades estrangeiras, itens que deveriam ser destinados ao acervo da Presidência da República. 

A decisão de Moraes tenta impedir uma eventual tentativa na combinação de versões ou obstrução no trabalho de investigação.

“Mauro Cid foi preso preventivamente em uma outra investigação, sobre a falsificação de dados de vacinação da covid-19, por isso não havia impedimento para as visitas do pai. O cenário mudou quando o general foi implicado no novo inquérito, sobre a negociação ilegal de presentes diplomáticos. Os dois são investigados inclusive por organização criminosa”, elucida Fausto Macedo, em seu Blog no jornal Estado de S.Paulo.