Partidos e Judiciário observam cenário nos EUA e querem evitar que bolsonaristas provoquem tensão no Brasil em 2022

Membros de partidos políticos e do Poder Judiciário observam situação caótica nas eleições dos EUA e já pensam em extrair ensinamentos para evitar o mesmo nas eleições presidenciais brasileiras de 2022. Um dos aspectos é o reforço das do sistema de urnas eletrônicas

Eduardo Bolsonaro
Eduardo Bolsonaro (Foto: PAOLA DE ORTE/AGÊNCIA BRASIL)
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247 - Dirigentes partidários e integrantes do Judiciário tentavam nesta quarta (4) tirar lições do confuso processo de apuração da eleição nos Estados Unidos para evitar tensões em 2022 no Brasil. 

Esses líderes políticos e juízes consideram necessário reforçar a defesa do sistema de urnas eletrônicas usado no Brasil, informa o Painel da Folha de S.Paulo.

A ideia é criar um antídoto à imitação no Brasil da estratégia golpista de Donald Trump: acusações de fraude na votação, sem indícios ou provas.  

Em sinalização de que pretende repetir no Brasil os mesmos métodos golpistas de Trump, o deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente da República,  foi às redes afirmar que "o que acontece lá pode se repetir aqui", em meio à grita de aliados sobre supostas fraudes nos EUA. 

Por sua vez, Jair Bolsonaro afirmou na véspera, haver "fortes suspeitas" de ingerência de outras potências no resultado das urnas, afirmando que o Brasil também pode ser alvo daqui a dois anos.

As afirmações de Jair e Eduardo Bolsonaro não foram seguidas da apresentação de qualquer indicativo de prova.

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