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Brasil

Paulo Bernardo: banda larga a R$ 35 em 90 dias

Ministro das Comunicaes, Paulo Bernardo, diz que operadoras fixas como Oi, Telefnica e Sercomtel tero trs meses para oferecer conexes de internet de, pelo menos, um megabit por segundo em todo o territrio nacional

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Rodolfo Borges_247, de Brasília - O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, anunciou em entrevista coletiva que as empresas Oi, Telefônica, CTBC e Sercomtel devem começar a oferecer conexões de internet a 1 megabit por segundo (Mpbs) a R$ 35 em até 90 dias, mas apenas nas regiões onde já atuam. Com quase três horas de atraso, durante as quais os representantes do Ministério e das empresas ainda discutiam os termos do acordo, o ministro disse esperar a adesão de 70% da população que ainda não tem acesso à internet no país -- apenas 27% dos domicílios do Brasil têm conexão. "Entre as pessoas que não têm internet, 74% atribuem o fato ao preço", disse Paulo Bernardo, que mencionou um estudo da Firjan para dizer que o atual preço médio da banda larga no país é de R$ 70,85, o dobro do proposto.

Paulo Bernardo disse que há uma determinação da presidente Dilma Rousseff para que se estabeleça um padrão mínimo de qualidade às conexões. "A presidente concordou que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) faça esse trabalho. Até 31 de outubro a Anatel vai votar a regra de qualidade. É algo que estamos devendo", disse. Para defender a conexão de apenas 1 Mpbs, o ministro disse que mais da metade dos domicílios com internet no Brasil têm conexões com potência de menor velocidade que 1 mega. Paulo Bernardo destacou, contudo, que o governo tem a meta de oferecer internet de 5 Mpbs em larga escala em 2014, quando 100% dos municípios devem ter acesso à rede.

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Segundo o ministro, ainda falta definir como será feita a utilização da fibra ótica da Eletrobrás, e é possível até que a empresa se associe à Telebrás na criação de uma nova estatal para explorar os cabos. Presente à reunião, o presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, admitiu que é difícil viabilizar o preço de R$ 35 através da rede fixa de serviços. "Mas as redes móveis são solução importante e passam a dividir o custo", ponderou. "Além do mais, estamos falando de outra escala de atendimento de clientes. O ganho de escala acaba sendo benefico para todos, tanto para o mercado quanto para as empresas", completou, acrescentando que o importante é aumentar o acesso da população brasileira à internet.

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