Pazuello diz a aliados que não vai deixar a ativa do Exército

O general Pazuello, ministro interino da Saúde, diz a interlocutores que não atender a pressão para deixar a ativa porque, em breve, quer reassumir o comando da 12ª Região Militar do Exército, em Manaus

(Foto: Reprodução (Rede Amazônia Roraima))
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247 - A pressão de militares que integram o governo Jair Bolsonaro para que o general Eduardo Pazuello vá para a reserva não deve prosperar.

A preocupação da ala militar é que a conta da desastrosa política de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus recaia também na imagem das Forças Armadas. Por isso, a pressão por uma transferência de Pazuello para a reserva ou pela saída do Ministério da Saúde.

O general tem dito a interlocutores que está cumprindo a missão dada por Bolsonaro, que usou as redes sociais para dizer que "Pazuello é um predestinado, nos momentos difíceis sempre está no lugar certo para melhor servir a sua Pátria".

Mas, de acordo com apuração do jornalista Valdo Cruz, do G1, Pazuello diz também que prefere ficar na ativa e, em breve, reassumir o comando da 12ª Região Militar do Exército, em Manaus.

"Ou seja: ele não quer ir para a reserva neste momento, porque seu projeto profissional inclui exatamente comandar a 12ª Região Militar do Exército. O grupamento cuida de toda a logística do Exército na Amazônia Legal",destaca o jornalista.

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