PCC ordenou morte de delegado-geral em retaliação a transferência de Marcola

A informação está em uma denúncia de 30 de agosto deste ano, assinada pela promotora Silvia Vieira Marques. Entre os alvos, estava o delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes, considerado um dos principais combatentes à facção

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247 - O líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, ordenou a morte de três policiais como "retaliação" por ter sido transferido da prisão estadual em São Paulo. Marcola está preso num presídio federal desde fevereiro. 

A informação está em uma denúncia de 30 de agosto deste ano, assinada pela promotora Silvia Vieira Marques, da Segunda Promotoria de Justiça Criminal da Capital do Ministério Público. Entre os alvos, estava o delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes, considerado um dos principais combatentes à facção.

O plano foi descoberto por policiais do próprio Deic durante investigação de uma célula do PCC chamada Bonde dos 14, sediada em Cidade Tiradentes, na zona leste da cidade de São Paulo.

As ameaças de morte e os detalhes da ação estavam anotados em um caderno apreendido com Sandro de Cássio Souza, 40 anos, conhecido como Carioca e Gardenal. Ele foi preso em 12 de junho deste ano, em companhia de Alexandre Souza Franco, 33 anos, no Itaim Paulista, também na zona leste. Com a dupla foram apreendidos ainda um revólver calibre 38, drogas, R$ 1.100,00 e outros cadernos contendo planilhas e contabilidade do crime organizado.

Leia na íntegra a denúncia do Ministério Público. 

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