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Pedido de prisão de Lula é provocação, diz líder do PT no Senado

O líder do PT no Senado, Paulo Rocha (PA), classificou nesta quinta (10) como uma "provocação" o pedido de prisão preventiva do ex-presidente Lula feita pelo Ministério Público de São Paulo; para ele, o MP está agindo de forma "política" e "autoritária"; "Já estava claro que eles queriam isso. É um processo autoritário e seletivo para prender o ex-presidente. É uma provocação política. Está todo mundo tentando segurar sua militância para o grande embate no dia 13 e aí vêm com uma decisão dessa na véspera", afirmou

O líder do PT no Senado, Paulo Rocha (PA), classificou nesta quinta (10) como uma "provocação" o pedido de prisão preventiva do ex-presidente Lula feita pelo Ministério Público de São Paulo; para ele, o MP está agindo de forma "política" e "autoritária"; "Já estava claro que eles queriam isso. É um processo autoritário e seletivo para prender o ex-presidente. É uma provocação política. Está todo mundo tentando segurar sua militância para o grande embate no dia 13 e aí vêm com uma decisão dessa na véspera", afirmou (Foto: Valter Lima)

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247 - O líder do PT no Senado, Paulo Rocha (PA), classificou nesta quinta-feira (10) como uma "provocação" o pedido de prisão preventiva do ex-presidente Lula feita pelo Ministério Público de São Paulo. Para ele, o MP está agindo de forma "política" e "autoritária".

"Já estava claro que eles queriam isso. É um processo autoritário e seletivo para prender o ex-presidente. É uma provocação política. Está todo mundo tentando segurar sua militância para o grande embate no dia 13 e aí vêm com uma decisão dessa na véspera", afirmou.

Rocha também acusou o promotor Cássio Conserino de já ter adiantado informações sobre um eventual pedido de prisão de Lula. "É o retrato de uma provocação que já vem há algum tempo. Este mesmo promotor já anunciava antecipadamente este processo de perseguição política na nossa liderança maior. Então, na véspera do ato isso cria a provocação maior de que é jogar para as ruas os embates que estavam anunciando", disse.

Para o petista, as manifestações pró-impeachment marcadas para o próximo domingo (13) podem ter balizado o momento para que a denúncia fosse publicada. "Não era surpresa para nós. Há um setor, principalmente do MP, que seleciona as investigações e direciona para o nosso partido, para as nossas principais lideranças e isso já virou uma perseguição política", disse.

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