Petroleiros exigem que golpistas deixem a Petrobras

"Pedro Parente assumiu a estatal pelas mãos de Michel Temer e, assim como ele, não tem legitimidade alguma para continuar à frente da companhia. A FUP exige que o presidente da Petrobras e sua diretoria entreguem seus cargos e anulem todas as medidas que tomaram contra o patrimônio da companhia, ao colocarem à venda ativos estratégicos e aprovarem um plano de desinvestimentos que está fazendo a petrolífera e o país retrocederem décadas", diz nota da Federação Única dos Petroleiros

"Pedro Parente assumiu a estatal pelas mãos de Michel Temer e, assim como ele, não tem legitimidade alguma para continuar à frente da companhia. A FUP exige que o presidente da Petrobras e sua diretoria entreguem seus cargos e anulem todas as medidas que tomaram contra o patrimônio da companhia, ao colocarem à venda ativos estratégicos e aprovarem um plano de desinvestimentos que está fazendo a petrolífera e o país retrocederem décadas", diz nota da Federação Única dos Petroleiros
"Pedro Parente assumiu a estatal pelas mãos de Michel Temer e, assim como ele, não tem legitimidade alguma para continuar à frente da companhia. A FUP exige que o presidente da Petrobras e sua diretoria entreguem seus cargos e anulem todas as medidas que tomaram contra o patrimônio da companhia, ao colocarem à venda ativos estratégicos e aprovarem um plano de desinvestimentos que está fazendo a petrolífera e o país retrocederem décadas", diz nota da Federação Única dos Petroleiros (Foto: Gisele Federicce)

247 - A Federação Única dos Petroleiros (FUP) pede, em nota, a saída de Michel Temer da presidência da República e a de Pedro Parente do comando da Petrobras.

"Pedro Parente assumiu a estatal pelas mãos de Michel Temer e, assim como ele, não tem legitimidade alguma para continuar à frente da companhia. A FUP exige que o presidente da Petrobras e sua diretoria entreguem seus cargos e anulem todas as medidas que tomaram contra o patrimônio da companhia, ao colocarem à venda ativos estratégicos e aprovarem um plano de desinvestimentos que está fazendo a petrolífera e o país retrocederem décadas", diz a nota.

"Nem a Petrobrás, nem o Brasil podem continuar à mercê de golpistas, que já provaram a que vieram", acrescenta o texto. Os petroleiros afirmaram que participarão de manifestações em Brasília a partir do dia 22 com os movimentos e as centrais sindicais "exigindo eleições diretas e a retirada de pauta das reformas trabalhista e previdenciária".

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