PF apura elo de propina em Angra 3 e reforma na casa da filha de Temer
Apontado como operador de propinas de Michel temer, o o coronel João Baptista Lima, voltou a ser alvo de uma nova investigação da PF; segundo a delação premiada do empreiteiro e dono da Engevix, Antunes Sobrinho, a empresa teria pago R$ 1 milhão ao coronel, sendo que o destinatário final seria o próprio Temer; dinheiro teria sido utilizado para pagar a reforma da casa de Maristela Temer, filha do emedebista, e como contrapartida, a empreiteira teria sido contratada para atuar em obras da Eletronuclear
247 - Apontado como operador de propinas de Michel temer, o o coronel João Baptista Lima, voltou a ser alvo de uma nova investigação da Polícia Federal. Segundo a delação premiada do empreiteiro e dono da Engevix, Antunes Sobrinho, a empresa teria pago R$ 1 milhão ao coronel, sendo que o destinatário final seria o próprio Temer. O dinheiro teria sido utilizado para pagar a reforma efetuada na casa de Maristela Temer, filha do emedebista, e como contrapartida, a empreiteira teria sido contratada para atuar em obras da Eletronuclear.
Apesar da delação de Antunes não ter sido aprovada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), ele vem tentando firmar um acordo junto a Polícia Federal. Em um primeiro momento, os investigadores teriam descartado que os pagamentos da propina da Eletronuclear tivessem ligação com o chamado Inquérito doso Portos, no qual temer é investigado, mas a posição foi revista devido a um suposto elo entre as investigações que teria sido encontrado.
Segundo as investigações, a empresa PDA Projetos, aberta no nome de Lima e de sua mulher, Maria Rira Fratezi, teria sido utilizada para receber a propina da Engevix e os recuros teriam sido utilizados no mesmo ano para pagar a reforma na casa da filha de Temer
