PF confirma que planilhas da Odebrecht foram adulteradas

A Polícia Federal (PF) pediu às autoridades suíças outra cópia do sistema Drousys, o sistema de informática para comunicação do setor de propinas da Odebrecht; os peritos descobriram violações no arquivo que estava com a PGR; advogado Rodrigo Tacla Durán, que denunciou a indústria da delação premiada na Lava Jato, entregou documentos para a CPMI da JBS, mas o relatório do deputado Carlos Marun não apontou que esses papéis, periciados na Espanha, contêm pelo menos um indício de fraude na investigação do MPF  

A Polícia Federal (PF) pediu às autoridades suíças outra cópia do sistema Drousys, o sistema de informática para comunicação do setor de propinas da Odebrecht; os peritos descobriram violações no arquivo que estava com a PGR; advogado Rodrigo Tacla Durán, que denunciou a indústria da delação premiada na Lava Jato, entregou documentos para a CPMI da JBS, mas o relatório do deputado Carlos Marun não apontou que esses papéis, periciados na Espanha, contêm pelo menos um indício de fraude na investigação do MPF
 
A Polícia Federal (PF) pediu às autoridades suíças outra cópia do sistema Drousys, o sistema de informática para comunicação do setor de propinas da Odebrecht; os peritos descobriram violações no arquivo que estava com a PGR; advogado Rodrigo Tacla Durán, que denunciou a indústria da delação premiada na Lava Jato, entregou documentos para a CPMI da JBS, mas o relatório do deputado Carlos Marun não apontou que esses papéis, periciados na Espanha, contêm pelo menos um indício de fraude na investigação do MPF   (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - A Polícia Federal (PF) pediu às autoridades suíças outra cópia do sistema Drousys, o sistema de informática para comunicação do setor de propinas da Odebrecht. Os peritos descobriram violações no arquivo que estava com a Procuradoria-Geral da República (PGR). A informação é do blog O Antagonista, de extrema-direita.

Integrantes da equipe de Rodrigo Janot, antecessor a atual procuradora Raquel Dodge, acessavam diretamente as planilhas com os registros de propina, sem cumprir os protocolos para garantia da integridade da prova.

O advogado Rodrigo Tacla Durán, que prestou serviços para a Odebrecht e denunciou a indústria da delação premiada na Lava Jato, entregou documentos para a CPMI da JBS, mas o relatório do deputado Carlos Marun, aprovado em dezembro, não apontou que esses papéis, periciados na Espanha, contêm pelo menos um indício de fraude na investigação do Ministério Público Federal.

 

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