PF desmonta farsa do Mossad e Justiça manda soltar acusados de terrorismo

Corporação descartou que os suspeitos fossem ligados ao movimento libanês Hezbollah, contrariando a versão de Israel

PF, Benjamin Netanyahu e Andrei Passos
PF, Benjamin Netanyahu e Andrei Passos (Foto: ABR | Lucio Bernardo Junior/Câmara dos Deputados I Reuters)


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247 - A Justiça Federal determinou a soltura de dois homens que haviam sido detidos sob suspeita de terrorismo em ligação com planos do movimento libanês Hezbollah. A decisão, emitida pela juíza Raquel Vasconcelos Alves de Lima, da 2ª Vara Criminal Federal de Belo Horizonte, segue um pedido da Polícia Federal (PF) e foi divulgada na noite dde terça-feira (5). 

Os indivíduos foram presos durante a Operação Trapiche, iniciada em 8 de novembro, que visava investigar possíveis envolvimentos com grupos extremistas. A operação resultou em mandados de prisão e busca e apreensão em três estados brasileiros.

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Posteriormente, a PF concluiu que os suspeitos não mantinham relação com o Hezbollah. Essa descoberta levou à solicitação de libertação dos detidos, com o apoio do Ministério Público Federal (MPF).

A acusação inicial da existência de uma célula terrorista do Hezbollah no Brasil partiu do gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. O Mossad, serviço de inteligência de Israel, colaborou com a PF na investigação. 

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Um dos detidos, Michael Messias, identificado como cantor de pagode, relatou à PF ter visitado o Líbano duas vezes, a convite e com despesas pagas por Mohamad Khir Abdulmajid, cidadão sírio naturalizado brasileiro e procurado pela Interpol. A alegação de envolvimento com o Hezbollah, no entanto, foi descartada pelas autoridades brasileiras, desfazendo a suposta ligação terrorista e levando à liberação dos acusados. (Com informações da CartaCapital). 

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