PF: empresas da Zelotes também cometeram crime

Segundo o delegado Marlon Cajado, as empresas que recorreram aos membros do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) do Ministério da Fazenda para reduzir débitos com a Receita, ‘também são partícipes dessa conduta ilícita’, de “advocacia administrativa fazendária”; em trecho do relatório encaminhado à Justiça, ele diz que as companhias colaboraram para transformar o órgão em um “balcão de negócios” e lembra que, qualquer um que concorre para qualquer crime, está sujeito à pena

www.brasil247.com - Segundo o delegado Marlon Cajado, as empresas que recorreram aos membros do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) do Ministério da Fazenda para reduzir débitos com a Receita, ‘também são partícipes dessa conduta ilícita’, de “advocacia administrativa fazendária”; em trecho do relatório encaminhado à Justiça, ele diz que as companhias colaboraram para transformar o órgão em um “balcão de negócios” e lembra que, qualquer um que concorre para qualquer crime, está sujeito à pena
Segundo o delegado Marlon Cajado, as empresas que recorreram aos membros do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) do Ministério da Fazenda para reduzir débitos com a Receita, ‘também são partícipes dessa conduta ilícita’, de “advocacia administrativa fazendária”; em trecho do relatório encaminhado à Justiça, ele diz que as companhias colaboraram para transformar o órgão em um “balcão de negócios” e lembra que, qualquer um que concorre para qualquer crime, está sujeito à pena (Foto: Roberta Namour)
Siga o Brasil 247 no Google News

247 – No relatório encaminhado à Justiça sobre a operação Zelotes, o delegado Marlon Cajado afirma que as empresas que recorreram aos membros do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) do Ministério da Fazenda para reduzir débitos com a Receita, ‘também são partícipes de conduta ilícita’, de “advocacia administrativa fazendária”.

“Cabe frisar que as empresas-clientes também são partícipes dessa conduta ilícita, haja vista que não se valem apenas das contratações de renomados patronos de grandes escritórios de advocacia, como também apelam para a atuação de conselheiro para obter facilidades dentro do Carf sob o disfarce de serviços de consultoria”, ressalta o delegado, segundo reportagem do ‘Globo’.

Em outro trecho do relatório, ele diz ainda que as companhias colaboraram para transformar o órgão em um “balcão de negócios” e lembra que, qualquer um que concorre para qualquer crime, está sujeito à pena (leia mais).

PUBLICIDADE

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Apoie o 247

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

PUBLICIDADE

Cortes 247

PUBLICIDADE
WhatsApp Facebook Twitter Email