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PML: se Marco Aurélio critica prisão de Lula, por que não concede habeas corpus?

O jornalista Paulo Moreira Leite relembrou em sua fala, durante o programa Boa Noite 247, que o ministro do STF Marco Aurélio Mello criticou a prisão do ex-presidente Lula, julgando-a como ilegal; "Se ele criticou, por que será que não dá o habeas Corpus ao ex-presidente?", indaga; assista à íntegra do programa 

O jornalista Paulo Moreira Leite relembrou em sua fala, durante o programa Boa Noite 247, que o ministro do STF Marco Aurélio Mello criticou a prisão do ex-presidente Lula, julgando-a como ilegal; "Se ele criticou, por que será que não dá o habeas Corpus ao ex-presidente?", indaga; assista à íntegra do programa  (Foto: Lais Gouveia)
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247 – O programa Boa Noite 247 destacou os tramites arbitrários envolvendo a prisão do ex-presidente Lula, com mais um recurso negado pelo STF, e a greve geral histórica ocorrida na Argentina contra as políticas neoliberais do presidente Mauricio Macri.

O ministro do Superior Tribunal Federal (STF) Edson Fachin arquivou nesta sexta-feira (23) o pedido da defesa do ex-presidente Lula para que a condenação executada TRF-4 fosse suspensa.

A jornalista Gisele Federicce relatou que houve uma manobra conjunta entre as duas instâncias, pois o TRF-4 publicou uma decisão sobre os últimos recursos apresentados pela defesa de Lula às 19h e, 40 minutos depois, Fachin divulgou o arquivamento do recurso para a libertação do ex-presidente.

O jornalista Paulo Moreira Leite relembrou em sua fala que o Ministro do STF Marco Aurélio Mello criticou a prisão de Lula, julgando-a como ilegal. "Se ele criticou, por que será que não dá o habeas Corpus ao ex-presidente?", indaga. 

O programa também abordou o manifesto assinado por quase 300 juristas que repudiam as manobras do judiciário que ferem as garantias fundamentais, citando não apenas o caso de Lula, mas de outros milhares de cidadãos que estão detidos por conta do STF permitir a prisão após condenação em segunda instância.

Greve geral na Argentina

Os jornalistas comentaram a greve geral que paralisou todas as atividades na Argentina, numa contraofensiva às políticas neoliberais do presidente Mauricio Macri.

Solnik relata que a tradição dos sindicatos na Argentina é muito forte; "Os movimentos sociais são muito organizados, tendo uma relação de união muito mais forte do que no Brasil", afirma.

Moreira Leite considera que a situação política "é muito mais grave", por conta do Brasil estar vivendo num contexto de Estado de Exceção.

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